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Polícia quer quebra de sigilo bancário de envolvidos no caixa 2

Polícia Civil de Goiás vai pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário de Douglas Schmitt, Lucas Marinho, Roberto Carlos Maya Barbosa e Marco Antônio Jayme Roriz, presos na última quinta-feira, 18, com R$ 504 mil em espécie numa pista de pouso de Piracanjuba (GO), num avião com material de campanha dos candidatos a governador Marcelo Miranda (PMDB) e a federal Carlos Gaguim (PMDB); delegado de Itumbiara (GO) responsável pelo inquérito, Ricardo Chueire, disse que a versão dos acusados, de que o dinheiro apreendido é oriundo de um empréstimo feito por Douglas para pagar dívidas de sua empresa não está sendo considerado pela polícia goiana; os quatro envolvidos responderão a processo por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária

Polícia Civil de Goiás vai pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário de Douglas Schmitt, Lucas Marinho, Roberto Carlos Maya Barbosa e Marco Antônio Jayme Roriz, presos na última quinta-feira, 18, com R$ 504 mil em espécie numa pista de pouso de Piracanjuba (GO), num avião com material de campanha dos candidatos a governador Marcelo Miranda (PMDB) e a federal Carlos Gaguim (PMDB); delegado de Itumbiara (GO) responsável pelo inquérito, Ricardo Chueire, disse que a versão dos acusados, de que o dinheiro apreendido é oriundo de um empréstimo feito por Douglas para pagar dívidas de sua empresa não está sendo considerado pela polícia goiana; os quatro envolvidos responderão a processo por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária (Foto: Aquiles Lins)
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Tocantins 247 - A Polícia Civil de Goiás vai pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário de Douglas Schmitt, Roberto Carlos Maya Barbosa, , Lucas Marinho e Marco Antônio Jayme Roriz, presos na última quinta-feira, 18, com R$ 504 mil em espécie numa pista de pouso de Piracanjuba (GO), num avião que continha material de campanha dos candidatos a governador Marcelo Miranda (PMDB) e a federal Carlos Gaguim (PMDB). Todos já foram soltos após pagarem fiança.

Segundo o delegado de Itumbiara (GO) responsável pelo inquérito, Ricardo Chueire, afirmou ao Jornal do Tocantins desta terça-feira, 23, a versão dos acusados, de que o dinheiro apreendido é oriundo de um empréstimo feito por Douglas para pagar dívidas de sua empresa não está sendo considerado pela polícia goiana. Os quatro envolvidos responderão a processo por formação de quadrilha, lavagem de dinheiro e crime contra a ordem tributária. 

A Procuradoria Regional Eleitoral (PRE) e o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) receberam nessa segunda-feira, 22, cópias das investigações até o momento, repassadas pelo delegado Ricardo Chueire. O procurador regional eleitoral, Álvaro Manzano, informou que ainda não analisou os documentos. Manzano disse que pode tomar uma decisão sobre o caso até a diplomação de Marcelo Miranda, caso ele seja eleito. 

A advogada de Douglas Schmitt, Natália Spadoni, disse ao jornal que no momento não irá se manifestar à imprensa sobre o caso.