Polícia vai investigar estupro na UFJF

Adolescente paulista de apenas 17 anos teria sido violentada e submetida a sexo durante calourada na universidade mineira. Mas burocracia emperra incio das investigaes

Siga o Brasil 247 no Google News Assine a Newsletter 247

Minas 247 - O episódio de estupro de uma adolescente paulista de 17 anos em plena Universidade Federal de Juiz de Fora está dando o que falar na cidade da Zona da Mata mineira. O estupro, ainda não inteiramente confirmado, teria ocorrido durante uma calourada do Instituto de Artes e Design (IAD), da UFJF, na noite da sexta-feira passada.

Depois disso, a universidade já decidiu reativar uma comissão para criar regras mais rígidas para eventos e trotes no campus. Em março, segundo o jornal Tribuna de Minas, o principal de Juiz de Fora, um calouro do curso de Arquitetura e Urbanismo passou mal e precisou ser hospitalizado depois de consumir bebida alcoólica em um trote.

Oficialmente, a Delegacia de Proteção e Orientação à Família, da Polícia Civil, fará as investigações sobre o estupro. Mas elas não começaram de vido ao trâmite burocrático. Somente na segunda-feira, por exemplo, ficou definida a apuração a cargo da Polícia Civil. Mas a delegada titular, Maria Isabella Bovalente, ainda não havia recebido o expediente da ocorrência.

Os pais da caloura e vítima já entraram em contato com advogados. “Se não houver rigor na investigação, outras pessoas podem acabar sendo vítimas como nossa filha”, disse, ao Tribuna de Minas, o pai da adolescente. Ela não voltará a estudar na UFJF. “Juiz de Fora acabou para ela.”

O conhecimento liberta. Saiba mais. Siga-nos no Telegram.

A você que chegou até aqui, agradecemos muito por valorizar nosso conteúdo. Ao contrário da mídia corporativa, o Brasil 247 e a TV 247 se financiam por meio da sua própria comunidade de leitores e telespectadores. Você pode apoiar a TV 247 e o site Brasil 247 de diversas formas. Veja como em brasil247.com/apoio

Comentários

Os comentários aqui postados expressam a opinião dos seus autores, responsáveis por seu teor, e não do 247

WhatsApp Facebook Twitter Email