Por irregularidades no aterro sanitário, presidente da Comurg é indiciado
Ormando José Pires Júnior será indiciado por irregularidades em crime ambiental; ele teria cometido diversas irregularidades no aterro sanitário de Goiânia; delegado Luziano Carvalho, titular da Delegacia do Meio Ambiente, confirma que houve contaminação direta ao solo, lançamento de chorume, abertura de valas irregularidades e falta de proteção e conservação ao solo na área do aterro sanitário; Ormando já foi acusado de autorizar a permanência de 129 funcionários comissionados fantasmas lotados no Núcleo de Servidores com Lotação Provisória
Goiás 247 - O presidente da Comurg, Ormando José Pires Júnior, será indiciado por irregularidades em crime ambiental. Ele teria cometido diversas irregularidades no aterro sanitário de Goiânia.
O delegado Luziano Carvalho, delegado titular da Delegacia do Meio Ambiente, confirma que houve irregularidade no escoamento, contaminação direta ao solo, lançamento de chorume, abertura de valas irregulares e falta de proteção e conservação ao solo.
"O mais grave é a falta de licenciamento ambiental para operação do aterro sanitário e bem como para a sua extensão. Além disso, está sendo construído uma estrada dentro da área do córrego Caveirinha, que é de preservação permanente", disse à rádio CBN.
O delegado ainda afirma que, caso não haja ações emergenciais por parte do presidente da Comurg em relação ao aterro sanitário, o crime pode ser configurado e a reclusão chega a cinco anos.
Ormando já foi acusado de autorizar a permanência de 129 funcionários comissionados fantasmas lotados no Núcleo de Servidores com Lotação Provisória. Na oportunidade, o promotor Fernando Krebs bloqueou cerca de R$ 8 milhões em bens do presidente da Comurg, Ormando José Pires Júnior, e do chefe do Departamento de Pessoal da Companhia, Waterson Fidéles Corrêa.