Por sobrevivência, deputados do MDB devem deixar sigla

Os deputados estaduais alagoanos do MDB aguardam com expectativa a abertura, em março, da janela para troca de partido; na Assembleia, dos 27 parlamentares 11 são da sigla, o que dá 40%, só que muitos vão deixar o partido em busca de um abrigo que permita uma reeleição menos problemática; especialistas calculam que se as eleições fossem hoje um deputado para pensar em ser eleito no MDB precisaria de mais de 25 mil votos; em algumas coligações, o piso é mais baixo e em algumas legendas como o PRTB e o PHS é possível eleger deputados com mais de 10 mil e menos de 20 mil votos

Os deputados estaduais alagoanos do MDB aguardam com expectativa a abertura, em março, da janela para troca de partido; na Assembleia, dos 27 parlamentares 11 são da sigla, o que dá 40%, só que muitos vão deixar o partido em busca de um abrigo que permita uma reeleição menos problemática; especialistas calculam que se as eleições fossem hoje um deputado para pensar em ser eleito no MDB precisaria de mais de 25 mil votos; em algumas coligações, o piso é mais baixo e em algumas legendas como o PRTB e o PHS é possível eleger deputados com mais de 10 mil e menos de 20 mil votos
Os deputados estaduais alagoanos do MDB aguardam com expectativa a abertura, em março, da janela para troca de partido; na Assembleia, dos 27 parlamentares 11 são da sigla, o que dá 40%, só que muitos vão deixar o partido em busca de um abrigo que permita uma reeleição menos problemática; especialistas calculam que se as eleições fossem hoje um deputado para pensar em ser eleito no MDB precisaria de mais de 25 mil votos; em algumas coligações, o piso é mais baixo e em algumas legendas como o PRTB e o PHS é possível eleger deputados com mais de 10 mil e menos de 20 mil votos (Foto: Voney Malta)

Por Edivaldo  Júnior/gazetaweb.com - A dança das letrinhas está prestes a recomeçar na Assembleia Legislativa de Alagoas. Em março deste ano será aberta nova janela para a troca de partido sem risco de perda de mandato. Quando a primeira janela foi aberta, entre fevereiro e março de 2016, a bancada do então PMDB, hoje sem o P, do governador Renan Filho saiu de 3 para 11 deputados.

Agora, o partido deve seguir caminho inverso. Com 40% dos 27 deputados da ALE em seus quadros, o MDB está prestes a perder parte expressiva de sua bancada na Casa.

Em busca da sobrevivência eleitoral, alguns parlamentares já sinalizaram que vão trocar de partido em março, quando será aberta a janela pelo TSE.

Salvo algum acidente de percurso os deputados vão para partidos da base do governo, após entendimentos que passam sim pelo Palácio dos Palmares.

Pelo que se fala nos bastidores, Davi Davino Filho, Thaise Guedes, Jairzinho Pereira e Marquinhos Madeira estariam de malas prontas.

Ainda na dúvida, se arrumam ou não a bagagem, estariam Ronaldo Medeiros e Galba Novaes.

Luiz Dantas, Jó Pereira, Isnaldo Bulhões, Olavo Calheiros e Ricardo Nezinho tendem a permanecer no partido.

O peso consciente do “quociente”

A mudança de legenda, explica um emedebista depende, ainda, de conversas com Renan Filho. “Estamos todos com o governador, que neste momento trabalha sua reeleição, mas também precisamos pensar na nossa própria eleição. Então, será preciso que o governador nos ajude na composição de chapa e em outras questões para saber se dá para disputar o mandato pelo MDB ou por outro partido”, aponta.

O que pesa na mudança de legenda, explica o parlamentar, é o “peso” da chapa do PMDB, que deverá eleger de seis a sete deputados. “Se ficar no grupo, muitos não conseguirão se reeleger e por isso alguns estão em busca de coligações que permitam uma vitória com uma votação num teto mais baixo”, pondera.

Em outras palavras, ou números, se as eleições fossem hoje um deputado para pensar em ser eleito no MDB precisaria de mais de 25 mil votos. Em algumas coligações, o piso é mais baixo. Algumas legendas como o PRTB e o PHS avaliam que é possível eleger deputados com mais de 10 mil e menos de 20 mil votos.

É cedo para ter prognósticos mais confiáveis, mas quem conhece a política alagoana, sabe que o páreo será mais duro em legendas com candidatos que disputam a reeleição – é o caso do MDB.

 

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