Porto Alegre precisa de R$ 237 milhões para concluir obras da Copa

Das 19 obras da Copa do Mundo em Porto Alegre, oito não foram concluídas e duas sequer começaram; o custo total delas é de R$ 640,9 milhões; faltam R$ 236,9 milhões para concluir os trabalhos paralisados e iniciar o que ainda não começou; muitas delas foram interrompidas por falta de dinheiro; em coletiva de imprensa, a prefeitura informou que terá que desembolsar mais de R$ 45 milhões para retomar as obras

Das 19 obras da Copa do Mundo em Porto Alegre, oito não foram concluídas e duas sequer começaram; o custo total delas é de R$ 640,9 milhões; faltam R$ 236,9 milhões para concluir os trabalhos paralisados e iniciar o que ainda não começou; muitas delas foram interrompidas por falta de dinheiro; em coletiva de imprensa, a prefeitura informou que terá que desembolsar mais de R$ 45 milhões para retomar as obras
Das 19 obras da Copa do Mundo em Porto Alegre, oito não foram concluídas e duas sequer começaram; o custo total delas é de R$ 640,9 milhões; faltam R$ 236,9 milhões para concluir os trabalhos paralisados e iniciar o que ainda não começou; muitas delas foram interrompidas por falta de dinheiro; em coletiva de imprensa, a prefeitura informou que terá que desembolsar mais de R$ 45 milhões para retomar as obras (Foto: Leonardo Lucena)

Rio Grande do Sul 247 - Das 19 obras da Copa do Mundo em Porto Alegre, oito não foram concluídas e duas sequer começaram. O custo total delas é de R$ 640.990.320,31. Falta R$ 236.943.570,42 para concluir os trabalhos paralisados e iniciar o que ainda não começou. Muitas delas foram interrompidas por falta de dinheiro. Em coletiva de imprensa na manhã desta quinta-feira (16), a prefeitura informou que terá que desembolsar mais de R$ 45 milhões para retomar as obras. Segundo o Executivo, os recursos são para saldar pendências financeiras deixadas pela gestão anterior.

Desse montante, R$ 20,5 milhões são referentes a pagamentos atrasados das sete obras concluídas e outros R$ 24,5 milhões são às 10 obras que estão em execução e às outras duas não iniciadas.Também existe um débito de quase R$ 6 milhões que devem ser pagos às empresas que dão apoio à fiscalização das obras.

Algumas obras, como a trincheira da Rua Anita Garibaldi, deve ser concluída em quatro meses, e a reforma da Avenida Tronco só deve ser concluída em dois anos.

O levantamento das dívidas foi solicitado pelo prefeito Nelson Marchezan Júnior e o diagnóstico foi apresentado pelos secretários municipais de Infraestrutura e Mobilidade Urbana, Elizandro Sabino, e da Fazenda, Leonardo Busatto.

 

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