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Porto do Recife supera meta de faturamento

A meta estabelecida pelo Porto do Recife era aumentar o faturamento em 40%, no primeiro semestre de 2014, mas a empresa superou os 50%; em janeiro de 2013 o ancoradouro recifense trabalhava com o déficit de cerca de R$ 10 milhões, no mesmo período de 2014 este número caiu para a casa dos R$ 5 milhões; presidente do porto, Schebna Machado diz que houve "mudanças nas características dos negócios realizados pela empresa"; "Começamos a atrair cargas de projeto, clientes interessados em arrendamento de áreas e armazenamento de produtos, como, por exemplo, a instalação da GE/Navalmare", diz

A meta estabelecida pelo Porto do Recife era aumentar o faturamento em 40%, no primeiro semestre de 2014, mas a empresa superou os 50%; em janeiro de 2013 o ancoradouro recifense trabalhava com o déficit de cerca de R$ 10 milhões, no mesmo período de 2014 este número caiu para a casa dos R$ 5 milhões; presidente do porto, Schebna Machado diz que houve "mudanças nas características dos negócios realizados pela empresa"; "Começamos a atrair cargas de projeto, clientes interessados em arrendamento de áreas e armazenamento de produtos, como, por exemplo, a instalação da GE/Navalmare", diz (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 - A meta estabelecida pela presidência do Porto do Recife era aumentar o faturamento em 40%, no primeiro semestre de 2014, mas a empresa superou os 50%. Em janeiro de 2013 o ancoradouro recifense trabalhava com o déficit de cerca de 10 milhões de reais, no mesmo período de 2014 este número caiu para a casa dos 5 milhões. De acordo com o presidente do porto, Schebna Machado, "já nos primeiros 6 meses de 2014 conseguimos reduzir, consideravelmente, nosso déficit para 1 milhão e 700 mil reais".

"Isso só foi possível porque mudamos as características dos negócios realizados pela empresa, nos reinventamos. Começamos a atrair cargas de projeto, clientes interessados em arrendamento de áreas e armazenamento de produtos, como, por exemplo, a instalação da GE/Navalmare", diz Machado. "Extrapolamos a nossa meta e, a cada mês, nos aproximamos mais do objetivo principal que é voltar a ser uma empresa superavitária", acrescentou.

Segundo informações da assessoria do porto, divulgadas nesta semana, a conquista, em abril de 2014, de mais três áreas foi fundamental para a atração de novos negócios e aumento de receita: um Depósito Alfandegado Certificado (DAC) e de dois Entrepostos Aduaneiro. O DAC abrange uma área de 500,00 metros quadrados (m²) do pátio de estocagem 05. A Armazém 05, de 7.500m², e o Pátio 05 (18.500 m²) viraram um entreposto. Essas áreas correspondem a uma área de 26 mil m², dentro da área já alfandegada do Porto, e já atende ao projeto da GE/Navalmare permitindo que a carga operada entre e saia do Porto do Recife virtualmente.

"Desde novembro do ano passado as empresas estão montando, com peças importadas, via Porto, skids, os quais pesam cerca de 220 toneladas cada um, para serem utilizados em plataformas da Petrobrás. Com a conquista do DAC, depois de montados os skids são exportados virtualmente para a Holanda e importados novamente para o Brasil, através do Porto. Essa operação gerou, de imediato, um aumento de arrecadação no valor de 176 mil/mês", explica Schebna.

O Entreposto Aduaneiro permitirá que as cargas importadas fiquem armazenadas no pátio alfandegado 01, pelo período de até 1 ano, sem a cobrança de tributos e sob controle fiscal e aduaneiro. O pátio 01 tem cerca de 6mil m².

GE/Navalmare

Em outubro de 2014 a GE Oil & Gás, divisão do grupo americano General Eletric, iniciou, oficialmente o início das operações no Porto do Recife. A empresa fez um investimento de US$ 20 milhões ( R$ 43 milhões) na montagem de uma unidade, de 55 mil metros quadrados, localizada em uma área contígua ao pátio alfandegado do Porto do Recife, para atender, inicialmente, a encomenda de US$ 500 milhões (mais de um bilhão de reais) em equipamentos que serão embarcados em quatro plataformas da Petrobras.