Postos de São Paulo rejeitam combustível para evitar violência

Diante de ameaças de ataques a postos de gasolina por meio de áudios de WhatsApp por integrantes do movimento grevista dos caminhoneiros, proprietários e funcionários desses estabelecimentos estão rejeitando receber combustível na capital paulista, para evitar violência

Brasília - Postos de combustíveis ajustam os preços e repassam para o consumidor o aumento da alíquota do PIS e Cofins pelo litro da gasolina(Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Brasília - Postos de combustíveis ajustam os preços e repassam para o consumidor o aumento da alíquota do PIS e Cofins pelo litro da gasolina(Marcelo Camargo/Agência Brasil) (Foto: Gisele Federicce)
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SP 247 - Diante de ameaças de ataques a postos de gasolina por meio de áudios de WhatsApp, proprietários e funcionários desses estabelecimentos estão rejeitando receber combustível na capital paulista, para evitar violência.

Alguns postos foram palco de atos de violência praticados por grupos ligados ao movimento grevista, informa reportagem da Folha. Muitos abastecimentos têm sido feito com escoltas de polícias na capital.

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