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PP abandona Padilha e decide apoiar Skaf em SP

Um mês depois de ter formalizado apoio ao petista (foto), partido presidido por Paulo Maluf em São Paulo diz em nota que decisão foi tomada por "maioria absoluta" da Executiva estadual; presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira, havia dito mais cedo não concordar com a aliança com o PMDB de Paulo Skaf; Alexandre Padilha tem agora apenas o apoio do PC do B e do PR, e perde cerca de um minuto de propaganda eleitoral

Um mês depois de ter formalizado apoio ao petista (foto), partido presidido por Paulo Maluf em São Paulo diz em nota que decisão foi tomada por "maioria absoluta" da Executiva estadual; presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira, havia dito mais cedo não concordar com a aliança com o PMDB de Paulo Skaf; Alexandre Padilha tem agora apenas o apoio do PC do B e do PR, e perde cerca de um minuto de propaganda eleitoral (Foto: Gisele Federicce)

SP 247 – O diretório paulista do PP, de Paulo Maluf, decidiu mudar o rumo nas eleições do estado e apoiar o projeto do PMDB, que tem o empresário Paulo Skaf como candidato ao governo paulista. O anúncio oficial foi feito por meio de nota, que afirma que decisão foi tomada por "maioria absoluta" da Executiva estadual, reunida por três horas nesta segunda-feira 30.

A notícia foi dada exato um mês depois de o PP ter declarado apoio à pré-candidatura do petista Alexandre Padilha. O presidente nacional da legenda, Ciro Nogueira, disse mais cedo ser contra à aliança com o PMDB e afirmou que não sabia que posto o partido ocuparia na chapa de Paulo Skaf. O pré-candidato está em segundo nas pesquisas, com 21%, contra 3% de Padilha.

Skaf já tem confirmado o nome do vice, José Roberto Batochio, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil. Com o apoio do PSD à chapa, formalizado na última sexta-feira, o partido de Gilberto Kassab ganhou a vaga do candidato ao Senado, que será ocupada pelo próprio ex-prefeito.

No evento em que Maluf anunciou apoio a Padilha, o petista chegou a dizer, em seu discurso, que a aliança entre as duas siglas era sólida. Com a mudança, Padilha tem agora apenas o apoio do PC do B e do PR e perde cerca de um minuto da propaganda eleitoral em rádio e TV. A candidatura de Padilha é vista como prioridade pelos petistas, que pretendiam formar a maior aliança já vista para concorrer ao Palácio dos Bandeirantes.