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PR exige e Dilma troca ministro dos Transportes

César Borges, que até ontem era titular da pasta, será realocado na Secretaria dos Portos, no lugar de Antonio Henrique, que deve assumir a secretaria-executiva do ministério; mudança foi uma exigência do PR em troca do apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff; partido afirma que Borges não era uma escolha da legenda e por isso não representava os republicanos; Paulo Sérgio Passos, antecessor de Borges, deve reassumir o cargo; em abril, bancada do PR na Câmara assinou manifesto pedindo a volta do ex-presidente Lula

César Borges, que até ontem era titular da pasta, será realocado na Secretaria dos Portos, no lugar de Antonio Henrique, que deve assumir a secretaria-executiva do ministério; mudança foi uma exigência do PR em troca do apoio à candidatura da presidente Dilma Rousseff; partido afirma que Borges não era uma escolha da legenda e por isso não representava os republicanos; Paulo Sérgio Passos, antecessor de Borges, deve reassumir o cargo; em abril, bancada do PR na Câmara assinou manifesto pedindo a volta do ex-presidente Lula (Foto: Gisele Federicce)
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247 – Sob pressão, a presidente Dilma Rousseff atendeu, nesta quarta-feira 25, à exigência do PR para substituir o ministro dos Transportes, César Borges, em troca do apoio à sua candidatura à reeleição nas eleições de outubro. O cargo foi entregue ontem por Borges, nome que, segundo o partido, não representa os republicanos.

Quem deve assumir a pasta agora é Paulo Sérgio Passos, antecessor de Borges. O ex-ministro dos Transportes será acomodado na Secretaria dos Portos no lugar de Antonio Henrique, que deve ficar na secretaria-executiva da pasta. Dilma se reuniu com os dois na manhã desta quarta-feira, no Palácio da Alvorada, para conversar sobre as mudanças.

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O apoio do PR ao governo do PT teve início em 2002, quando José Alencar concorreu como vice na chapa do ex-presidente Lula. Borges assumiu o ministério dos Transportes no lugar de Passos em abril de 2013, mas o PR sempre bateu na tecla de que o nome não era uma escolha do partido. Borges é visto como uma escolha técnica feita pela própria presidente.

Em abril, a bancada do PR na Câmara dos Deputados assinou um manifesto pedindo a volta do ex-presidente Lula. O líder do partido na Casa, deputado Bernardo Santana (MG), afirmou na época que o gesto não significava que a legenda deixaria de apoiar Dilma, mas que deseja o retorno do antecessor. César Borges chegou a dizer que o movimento não representava a sigla.

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