Prédio vizinho ao que desabou em SP corre risco de desmoronar, dizem bombeiros

O Corpo de Bombeiros informou que o prédio vizinho ao edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, corre risco de desabar; de acordo com a Defesa Civil, a estrutura está condenada; os bombeiros e as máquinas foram retirados às pressas da área próxima ao edifício, que foi isolada

O Corpo de Bombeiros informou que o prédio vizinho ao edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, corre risco de desabar; de acordo com a Defesa Civil, a estrutura está condenada; os bombeiros e as máquinas foram retirados às pressas da área próxima ao edifício, que foi isolada
O Corpo de Bombeiros informou que o prédio vizinho ao edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo, corre risco de desabar; de acordo com a Defesa Civil, a estrutura está condenada; os bombeiros e as máquinas foram retirados às pressas da área próxima ao edifício, que foi isolada (Foto: Leonardo Lucena)
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SP 247 - O Corpo de Bombeiros informou que o prédio vizinho ao edifício Wilton Paes de Almeida, que desmoronou no Largo do Paissandu, no Centro de São Paulo. De acordo com a Defesa Civil, a estrutura está condenada.

As máquinas e os bombeiros foram retirados às pressas da área próxima ao edifício, que foi isolada. Os trabalhos com retroescavadeiras continuam

Oficialmente, quatro pessoas estão desaparecidas. 

O Corpo de Bombeiros iniciou nesta quinta-feira (3) nova estratégia para a retirada dos escombros do edifício Wilton Paes de Almeida, que desabou em um incêndio ocorrido na madrugada do dia 1º em São Paulo. Duas escavadeiras, um trator e caminhões começaram a auxiliar os integrantes das equipes de resgaste, após 48 horas do desabamento do edífício.

"Informamos que completadas as 48 horas do colapso estrutural do edifício no Largo do Paissandu, o Corpo de Bombeiros já entrou com máquinas para auxiliar na remoção dos escombros. Cumpre salientar que isso não quer dizer que descartamos encontrar vítimas com vida, mesmo com as máquinas, o trabalho continuará cuidadoso", informou a corporação, em nota divulgada no Twitter.

*Com Agência Brasil

 

 

 

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