Prefeitura corta comissionados e terceirizados para economizar R$ 200 milhões ao ano

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), disse nesta quinta-feira (5) que pretende economizar cerca de R$ 200 milhões por ano e fará diversos cortes no orçamento. Segundo ele, todos os profissionais com cargos comissionados já foram demitidos da Prefeitura e os terceirizados estão de aviso prévio. A economia será investida em manutenção e ampliação de serviços públicos básicos, principalmente relacionados à saúde e educação

O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), disse nesta quinta-feira (5) que pretende economizar cerca de R$ 200 milhões por ano e fará diversos cortes no orçamento. Segundo ele, todos os profissionais com cargos comissionados já foram demitidos da Prefeitura e os terceirizados estão de aviso prévio. A economia será investida em manutenção e ampliação de serviços públicos básicos, principalmente relacionados à saúde e educação
O prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), disse nesta quinta-feira (5) que pretende economizar cerca de R$ 200 milhões por ano e fará diversos cortes no orçamento. Segundo ele, todos os profissionais com cargos comissionados já foram demitidos da Prefeitura e os terceirizados estão de aviso prévio. A economia será investida em manutenção e ampliação de serviços públicos básicos, principalmente relacionados à saúde e educação (Foto: Rodrigo Rocha)

Ceará247 - A Prefeitura de Fortaleza pretende economizar cerca de R$ 200 milhões por ano, informou o prefeito Roberto Cláudio (PDT), nesta quinta-feira (5). Para isso, serão realizados os mais diversos tipos de cortes no orçamento, começando pela redução da quantidade de profissionais terceirizados, cargos comissionados, gratificações, passagens, diárias de viagem, carros alugados, apoio a eventos, iluminação, Internet, entre outros.

De acordo com o prefeito, todos os profissionais com cargos comissionados já foram demitidos da Prefeitura e os terceirizados estão de aviso prévio. A economia, segundo ele, será investida em manutenção e ampliação de serviços públicos básicos, principalmente relacionados à saúde e educação. “A gente tem que priorizar recurso para gastar no que interessa. E continuar investindo para fazer pavimentação, praças, areninhas (...) a gente precisa de dinheiro novo e este dinheiro novo não existe”, disse, ao jornal O Povo.

 (Com informações do jornal O Povo)

 

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