Prefeitura de Aracaju no escuro: a desastrosa gestão de João Alves Filho

O corte de energia da prefeitura de Aracaju, ocorrido nesta terça-feira (27), por falta de pagamento, a cinco dias do final da atual administração, é o retrato mais fiel do governo municipal de João Alves Filho (DEM); o corte da energia elétrica é, desta forma, o "último ato" da mais desastrosa gestão já vivenciada pelos aracajuanos; somam-se a este fato outros de gravidade semelhante, todos em decorrência da incapacidade do atual prefeito de gerenciar o dinheiro municipal

O corte de energia da prefeitura de Aracaju, ocorrido nesta terça-feira (27), por falta de pagamento, a cinco dias do final da atual administração, é o retrato mais fiel do governo municipal de João Alves Filho (DEM); o corte da energia elétrica é, desta forma, o "último ato" da mais desastrosa gestão já vivenciada pelos aracajuanos; somam-se a este fato outros de gravidade semelhante, todos em decorrência da incapacidade do atual prefeito de gerenciar o dinheiro municipal
O corte de energia da prefeitura de Aracaju, ocorrido nesta terça-feira (27), por falta de pagamento, a cinco dias do final da atual administração, é o retrato mais fiel do governo municipal de João Alves Filho (DEM); o corte da energia elétrica é, desta forma, o "último ato" da mais desastrosa gestão já vivenciada pelos aracajuanos; somam-se a este fato outros de gravidade semelhante, todos em decorrência da incapacidade do atual prefeito de gerenciar o dinheiro municipal (Foto: Valter Lima)

Valter Lima, do Sergipe 247 - O corte de energia da prefeitura de Aracaju, ocorrido nesta terça-feira (27), por falta de pagamento, a cinco dias do final da atual administração, é o retrato mais fiel do governo municipal de João Alves Filho (DEM).

O corte da energia elétrica é, desta forma, o "último ato" da mais desastrosa gestão já vivenciada pelos aracajuanos. Somam-se a este fato outros de gravidade semelhante, todos em decorrência da incapacidade do atual prefeito de gerenciar o dinheiro municipal.

Nos últimos quatro anos - e sobretudo, nos últimos 18 meses -, a cidade, antes conhecida como capital da qualidade de vida, se transformou, infelizmente, na "capital do lixo". Greves sucessivas de garis ocorreram até que houvesse uma troca da empresa responsável pela coleta dos resíduos (saiu a Torre, entrou a Cavo). Sem estrutura para atender Aracaju, a nova prestadora do serviço fez a cidade voltar no tempo: o lixo passou a ser recolhido em caçambas, de forma descontinuada, sem seguir um cronograma, com menos pessoal do que o necessário. Com a pressão da sociedade, os veículos adequados foram sendo reinseridos no serviço, mas, ainda assim, a coleta do lixo continuou falhando. Até hoje, o problema persiste. Aracaju é hoje uma cidade suja!

Os servidores também tiveram muitos problemas com o prefeito João Alves Filho. Estão com os salários atrasados. Aposentados, pensionistas, terceirizados e contratados também estão sem receber em dia. Os comissionados passam por situação ainda pior: sem prazo para receber e sem poder protestar (se reclamarem, podem ser exonerados). O 13º salário, que deveria ter sido pago integralmente até o dia 20 de dezembro, segue sem previsão. Por causa desta situação, as contas da prefeitura foram bloqueadas por duas vezes pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE).

O caos se entende ainda à rede municipal de Saúde. Postos foram fechados, prédios estão deteriorados, médicos e demais profissionais entram em greve constantemente, remédios estão em falta, exames não são realizados, unidades de pronto-atendimento não fecham escalas, a empresa responsável pela limpeza paralisou os serviços.

Na Educação, a merenda foi privatizada sem que isto representasse melhoria para o estudante. Os professores perderam o direito de se alimentar nas escolas. Afora isso, profissionais estão desestimulados. João tirou a dignidade dos servidores!

O novo prefeito, que assume em janeiro, além de todos estes problemas, deverá receber das mãos de João uma dívida estimada em R$ 500 milhões.

A João - ou ao auxiliar dele que estiver na prefeitura no dia 31 de dezembro deste ano -, não será possível dizer nem mesmo que "o último que sair, apague a luz". O corte da energia já ocorreu hoje.

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