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Prefeitura já admite risco de atrasar salários

Secretário de Finanças, Cairo Peixoto, revela que o pagamento de salários dos servidores vai atrasar se não houver corte na folha de pessoal; desde o ano passado, a prefeitura de Paulo Garcia (PT) está no limite do teto estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com despesa salarial; um dos motivos, segundo vereadores de oposição, é o excesso de comissionados

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paulo garcia goiania (Foto: José Barbacena)
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Goiás247 - A prefeitura de Goiânia já não esconde mais a grave crise financeira que enfrenta. Na coluna Giro, de O Popular, deste sábado, assinada pelo jornalista Caio Henrique Salgado, o secretário de Finanças, Cairo Peixoto, revela que o pagamento de salários dos servidores vai atrasar se não houver corte na folha de pessoal.

"Precisamos reduzir a folha, o tesouro não está suportando. Vai ter de cortar, sob pena de termos atrasos na folha de pagamentos”, afirma o secretário. O auxiliar de Paulo Garcia (PT) é duro e diz que por "bem ou por mal" os cortes vão acontecer.

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Desde o ano passado, a prefeitura está no limite do teto estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal para gastos com despesa salarial. Um dos motivos, segundo vereadores de oposição, é o excesso de comissionados.

Esta semana foi polêmica para o prefeito e Cairo Peixoto. Na quinta-feira, a imprensa divulgou uma portaria do Paço Municipal que suspendia o pagamento de benefícios para servidores. Cerca de 50 mil funcionário seriam atingidos já no pagamento relativo ao mês de fevereiro.

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Diante da repercussão negativa e da pressão de vereadores da oposição, a prefeitura revogou a portaria e os benefícios como adicional de titularidade e insalubridade estão mantidos.

 

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