Prefeitura pede suspeição de conselheiro do TCE

O prefeito Carlos Amastha (PSB) e a Prefeitura de Palmas estão pedindo ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a suspeição do conselheiro Alberto Sevilha, que tomou várias decisões que contrariaram a gestão municipal; é ele, por exemplo, o responsável pela suspensão total do Decreto 1.321 de 2016, que impediu a atualização em 25% a Planta de Valores da Capital; o IPTU foi recolhido este ano sem reajuste

O prefeito Carlos Amastha (PSB) e a Prefeitura de Palmas estão pedindo ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a suspeição do conselheiro Alberto Sevilha, que tomou várias decisões que contrariaram a gestão municipal; é ele, por exemplo, o responsável pela suspensão total do Decreto 1.321 de 2016, que impediu a atualização em 25% a Planta de Valores da Capital; o IPTU foi recolhido este ano sem reajuste
O prefeito Carlos Amastha (PSB) e a Prefeitura de Palmas estão pedindo ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a suspeição do conselheiro Alberto Sevilha, que tomou várias decisões que contrariaram a gestão municipal; é ele, por exemplo, o responsável pela suspensão total do Decreto 1.321 de 2016, que impediu a atualização em 25% a Planta de Valores da Capital; o IPTU foi recolhido este ano sem reajuste (Foto: Leonardo Lucena)

Tocantins 247 - O prefeito Carlos Amastha (PSB) e a Prefeitura de Palmas estão pedindo ao Tribunal de Contas do Estado (TCE) a suspeição do conselheiro Alberto Sevilha, que tomou várias decisões que contrariaram a gestão municipal.

É ele, por exemplo, o responsável pela suspensão total do Decreto 1.321 de 2016, que impediu a atualização em 25% a Planta de Valores da Capital. O IPTU foi recolhido este ano sem reajuste.

Em sua decisão, Sevilha classificou a reposição como uma "verdadeira aberração jurídica" e afirmou, ainda, que Amastha indica ter uma sede por arrecadar "sem se preocupar com o bem-estar da população".

Em fevereiro, ele também relatou o caso do aerolevantamento de R$ 13 milhões, que o TCE mandou suspender.

Em junho, cSevilha considerou "vultoso" o valor de R$ 17 milhões que a prefeitura anunciou estar investindo no shopping a céu aberto, em Taquaralto, e pediu a documentação. 

Amastha disse ao blog do Cleber Toledo não estar sabendo sobre os dois pedidos.

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