HOME > Geral

Presença das mulheres na política é passo crucial para consolidar a democracia, diz Juliana Cardoso

Deputada diz que não basta apenas ter mulheres nos espaços políticos; é necessário que suas vozes sejam valorizadas. Ela mencionou o golpe contra Dilma como "injustiça histórica"

Juliana Cardoso e Dilma Rousseff (Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados | Antonio Augusto/Secom/TSE)

247 - Em um artigo publicado na Rede Brasil Atual, a deputada federal Juliana Cardoso (PT-SP) ressaltou a importância da presença das mulheres na política como um passo crucial para consolidar a democracia brasileira. A parlamentar destacou que a busca por uma maior representatividade das mulheres na política é um imperativo que não pode admitir retrocessos, enfatizando que não se aceitará nenhum direito a menos.

Juliana argumentou que nos últimos anos, a luta por uma participação equitativa das mulheres nos espaços políticos ganhou destaque, desafiando a histórica sub-representação de gênero. Ela enfatizou que esse movimento não é apenas uma busca por justiça, mas também um passo crucial rumo à efetivação de uma democracia verdadeiramente representativa, considerando que as mulheres compõem mais de 50% da população brasileira. A implementação de cotas de gênero e outras medidas afirmativas foram destacadas como marcos nessa jornada.

A deputada ressaltou que a presença feminina nas arenas políticas não apenas corrige desigualdades do passado, mas também abre caminho para um futuro em que as vozes de todas as pessoas, independentemente de gênero, sejam ouvidas e consideradas.

No entanto, Juliana salientou que não basta apenas ter mulheres nos espaços políticos; é absolutamente necessário que suas vozes sejam valorizadas e que suas propostas sejam debatidas de forma justa. A cultura de violência política de gênero foi destacada como um obstáculo a ser erradicado, proporcionando um ambiente seguro para que as mulheres expressem suas opiniões sem medo de retaliações.

A deputada também mencionou o golpe contra a primeira mulher presidenta do país, Dilma Rousseff, como um exemplo de injustiça histórica. Ela enfatizou a importância de resistir a qualquer tentativa de retrocesso e de promover ativamente a formação e ascensão de lideranças femininas nos partidos políticos.

Juliana Cardoso concluiu destacando que a busca pela representatividade das mulheres na política e a afirmação de que não se aceitará nenhum direito a menos são princípios inegociáveis. Para a parlamentar, direitos humanos, igualdade de gênero e justiça social são fundamentos que devem ser protegidos a todo custo. Ao defender esses princípios, estamos não apenas pavimentando o caminho para um futuro melhor, mas também honrando a luta daquelas que vieram antes de nós e nos inspiraram a prosseguir.