Presidente do Sinpol tenta arranhar imagem da segurança de GO

Após campanhas publicitárias agressivas em que ator simular ser um bandido, presidente do Sindicato dos Policiais do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, tenta forjar situações negativas para depreciar as iniciativas do governo do Estado no sentido de valorizar o trabalho das forças de segurança; em áudio espalhado em grupos de Whas App, sindicalista diz que precisam ser providenciadas imagens de viaturas quebradas, delegacias lotadas e colegas que falem mal da segurança e não sejam identificados

Após campanhas publicitárias agressivas em que ator simular ser um bandido, presidente do Sindicato dos Policiais do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, tenta forjar situações negativas para depreciar as iniciativas do governo do Estado no sentido de valorizar o trabalho das forças de segurança; em áudio espalhado em grupos de Whas App, sindicalista diz que precisam ser providenciadas imagens de viaturas quebradas, delegacias lotadas e colegas que falem mal da segurança e não sejam identificados
Após campanhas publicitárias agressivas em que ator simular ser um bandido, presidente do Sindicato dos Policiais do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, tenta forjar situações negativas para depreciar as iniciativas do governo do Estado no sentido de valorizar o trabalho das forças de segurança; em áudio espalhado em grupos de Whas App, sindicalista diz que precisam ser providenciadas imagens de viaturas quebradas, delegacias lotadas e colegas que falem mal da segurança e não sejam identificados (Foto: José Barbacena)
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Goiás 247 - A pretexto de lançar campanha em favor da categoria, o presidente do Sindicato dos Policiais do Estado de Goiás (Sinpol-GO), Paulo Sérgio Alves de Araújo, tenta forjar situações negativas para depreciar as iniciativas do governo do Estado no sentido de valorizar o trabalho das forças de segurança.

Após lançar em redes sociais vídeo em que um ator faz as vezes de criminoso e deprecia as atividades das forças de segurança de Goiás, Paulo Sérgio passou a pressionar policiais para que providenciem materiais que possam dar a impressão de que nada funciona no Estado. Em um grupo de Whats App, ele transmitiu a seguinte mensagem: “Precisamos providenciar, com urgência, imagens (vídeos de celular) mostrando delegacias superlotadas, armamento falhando, viaturas quebradas, em mau estado, pneu careca, pilhas de inquérito, enfim, o que for possível para mostrar a precariedade. Ah, IML também”, alerta.

“Precisamos ainda de personagens, colegas que possam falar sem ser identificados. Tudo isso com a máxima urgência para fazermos nossa campanha viralizar ainda mais e conquistar o apoio da sociedade”, completa.

O texto, por si só, demonstra a intenção do sindicalista de forjar fatos depreciadores no que diz respeito ao trabalho da categoria. Ele sugere que os policiais falem de supostos problemas sem a necessidade de se identificar, como se o direito à livre manifestação não fosse constitucional e democrático.

O texto enviado aos policiais chama a atenção por outros dois motivos negativos: Paulo Sérgio se esforça para ‘viralizar’ campanhas com o objetivo de ludibriar a opinião às custas de situações forjadas.

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