Preso pela ditadura, Robson Gracie apoia Bolsonaro e causa racha na família

A família Gracie, que fundou o jiu-jitsu brasileiro, está em meio a uma divisão causada após uma homenagem ao presidente eleito Jair Bolsonaro; Robson Gracie, presidente da Federação de Jiu-jitsu do Rio de Janeiro, entregou uma faixa preta ao então candidato como reconhecimento de sua "honra e heroísmo"; Reyson Gracie protestou pedindo a renúncia do irmão: "A federação jamais poderia prestar homenagem a um político que tem como ídolo um torturador, assassino e ocultador de cadáveres como esse 'senhor' coronel Brilhante Ustra"

Preso pela ditadura, Robson Gracie apoia Bolsonaro e causa racha na família
Preso pela ditadura, Robson Gracie apoia Bolsonaro e causa racha na família

247 - A família Gracie, que fundou o jiu-jitsu brasileiro, está em meio a uma divisão causada após uma homenagem ao presidente eleito Jair Bolsonaro. 

Como relata reportagem do jornalista Adriano Wilkson, do UOL, na última quinta-feira, Robson Gracie, presidente da Federação de Jiu-jitsu do Rio de Janeiro, entregou uma faixa preta ao então candidato como reconhecimento de sua "honra e heroísmo".

Foi o sinal para que parte da família reagisse com indignação. As palavras mais duras vieram de Reyson Gracie, que pediu a renúncia do irmão: "A federação jamais poderia prestar homenagem a um político que tem como ídolo um torturador, assassino e ocultador de cadáveres como esse 'senhor' coronel Brilhante Ustra", disse ele em texto e áudio que circulam nas redes sociais.

A maioria da família apoiou o candidato e defendeu a atitude de Robson, que está com 83 anos. Mas outros membros do clã lembraram que o próprio Robson, nos anos 70, foi preso e torturado durante a ditadura militar, que o considerava subversivo. 

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