Pressionado, prefeito desiste de reajuste do IPTU

Prefeito retira de tramitação na Câmara projeto de lei que aumentaria imposto na Capital em até 150%. Alegação é que matéria vai passar por revisão técnica, no entanto o texto não tem data definida para retornar ao Legislativo. Opinião pública, imprensa e especialistas criticaram ao longo da semana o reajuste considerado abusivo

Prefeito retira de tramitação na Câmara projeto de lei que aumentaria imposto na Capital em até 150%. Alegação é que matéria vai passar por revisão técnica, no entanto o texto não tem data definida para retornar ao Legislativo. Opinião pública, imprensa e especialistas criticaram ao longo da semana o reajuste considerado abusivo
Prefeito retira de tramitação na Câmara projeto de lei que aumentaria imposto na Capital em até 150%. Alegação é que matéria vai passar por revisão técnica, no entanto o texto não tem data definida para retornar ao Legislativo. Opinião pública, imprensa e especialistas criticaram ao longo da semana o reajuste considerado abusivo (Foto: Realle Palazzo-Martini)
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Goiás 247_ Pressionado por vereadores da oposição, opinião pública e imprensa, o prefeito Paulo Garcia (PT) retirou de tramitação na Câmara Municipal o projeto de lei que previa o aumento do IPTU e ITU na Capital. Em alguns casos, o valor subiria em até 100% ou até mesmo 150%.

A assessoria de Garcia e a líder do prefeito na Casa, vereadora Célia Valadão (PMDB), alegam que o texto passará por uma revisão técnica e não previsão de quando a matéria será enviada de novo à Comissão de Constituição e Justiça.

O aumento do IPTU foi o assunto da semana e ocupou as manchetes dos principais jornais, como O Popular. Articulistas e especialistas em economia criticaram o prefeito pelo reajuste considerado abusivo. E os vereadores de oposição também bateram pesado no projeto de lei.

Segundo reportagem do jornal O Popular, o IPTU de uma casa de R$ 200 mil de valor venal no Parque Oeste, por exemplo, teria um aumento de 150%, ou seja, os R$ 400 deste ano subiriam para R$ 1 mil. O imposto passaria a ser cobra em cima do valor venal do imóvel.

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