“Processo penal não pode ser atropelado pela ansiedade de condenar”

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, falou em perseguição ao fazer uma referência indireta à Operação Lava Jato; “As acusações, quando a serviço de estratagemas, morrem; os acusadores morrem; mas a injustiça contra as vítimas da acusação infundada é incontrolável, e irreparável. Por isso o devido processo penal não pode ser atropelado pela ansiedade de condenar, de execrar, de justiçar”, afirmou 

O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, falou em perseguição ao fazer uma referência indireta à Operação Lava Jato; “As acusações, quando a serviço de estratagemas, morrem; os acusadores morrem; mas a injustiça contra as vítimas da acusação infundada é incontrolável, e irreparável. Por isso o devido processo penal não pode ser atropelado pela ansiedade de condenar, de execrar, de justiçar”, afirmou 
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, falou em perseguição ao fazer uma referência indireta à Operação Lava Jato; “As acusações, quando a serviço de estratagemas, morrem; os acusadores morrem; mas a injustiça contra as vítimas da acusação infundada é incontrolável, e irreparável. Por isso o devido processo penal não pode ser atropelado pela ansiedade de condenar, de execrar, de justiçar”, afirmou  (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), falou em perseguição ao fazer uma referência indireta à Operação Lava Jato, da Polícia Federal. Segundo o petista, existe uma “teia de acusações que lembram as alcovas da conjuração mineira”. 

“As acusações, quando a serviço de estratagemas, morrem; os acusadores morrem; mas a injustiça contra as vítimas da acusação infundada é incontrolável, e irreparável. Por isso o devido processo penal não pode ser atropelado pela ansiedade de condenar, de execrar, de justiçar”, afirmou ele, nesta sexta-feira (21), no evento em homenagem a Tiradentes e ao ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela. 

O chefe do executivo disse o País precisa de uma reconstrução. Para Pimentel, o sistema jurídico perfeito não é aquele que “se alimenta de estardalhaço”, mas o que não teme buscar “silenciosamente” as provas “e não apenas versões”.

Delatores afirmam que o petista recebeu propina para atender interesses da OAS quando era ministro da presidente deposta pelo golpe, Dilma Rousseff. 

 

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