Produtores de eucaliptos têm prejuízo de R$ 210 milhões no TO

Com um orçamento de R$ 3,5 mil por hectare, a produção de 60 mil hectares de eucaliptos plantados no Tocantins nos últimos sete anos pode causar um rombo nas contas de produtores rurais do estado por falta de compradores; o prejuízo estimado é de R$ 210 milhões na cadeia produtiva; após o fim da carência do financiamento, de nove anos, ou seja, a partir de 2019, os produtores correm sério risco de não terem condições de honrar os compromissos com os bancos

Com um orçamento de R$ 3,5 mil por hectare, a produção de 60 mil hectares de eucaliptos plantados no Tocantins nos últimos sete anos pode causar um rombo nas contas de produtores rurais do estado por falta de compradores; o prejuízo estimado é de R$ 210 milhões na cadeia produtiva; após o fim da carência do financiamento, de nove anos, ou seja, a partir de 2019, os produtores correm sério risco de não terem condições de honrar os compromissos com os bancos
Com um orçamento de R$ 3,5 mil por hectare, a produção de 60 mil hectares de eucaliptos plantados no Tocantins nos últimos sete anos pode causar um rombo nas contas de produtores rurais do estado por falta de compradores; o prejuízo estimado é de R$ 210 milhões na cadeia produtiva; após o fim da carência do financiamento, de nove anos, ou seja, a partir de 2019, os produtores correm sério risco de não terem condições de honrar os compromissos com os bancos (Foto: Leonardo Lucena)
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Tocantins 247 - Com um orçamento de R$ 3,5 mil por hectare, a produção de 60 mil hectares de eucaliptos plantados no Tocantins nos últimos sete anos pode causar um rombo nas contas de produtores rurais do estado por falta de compradores. O prejuízo estimado é de R$ 210 milhões na cadeia produtiva. Após o fim da carência do financiamento, de nove anos, ou seja, a partir de 2019, os produtores correm sério risco de não terem condições de honrar os compromissos com os bancos.

A situação é mais preocupante nas produções localizadas no entorno de Palmas e na região de Gurupi, no sul do Estado, de acordo com o Norte Agropecuário. Os produtores do norte do estado e do Bico do Papagaio vendem para a Suzano, indústria de celulose de Imperatriz (MA).

Somente uma instituição financeira, o Banco da Amazônia, liberou R$ 142,6 milhões em empréstimos para plantio de eucalipto, por meio de 16 contratos, de acordo com a assessoria de comunicação, que negou ter conhecimento do problema.

“Até o momento, a Gerência de Pessoa Física não acionada ou cientificada acerca do problema citado, mas vale ressaltar que, todo devedor pode/deve procurar a sua unidade de relacionamento para buscar uma alternativa de renegociação caso preveja possível dificuldade no momento de honrar o seu compromisso financeiro com o Banco”, informou.

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