Professor é preso com identidade falsa

Um professor com uma identidade falsa foi preso em flagrante após denúncia recebida por promotores do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc); ele iria fazer o concurso da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) na Escola Estadual Onélia Campelo, no Santos Dumont, no lugar de um agente penitenciário, que teria pago R$ 3 mil

Um professor com uma identidade falsa foi preso em flagrante após denúncia recebida por promotores do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc); ele iria fazer o concurso da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) na Escola Estadual Onélia Campelo, no Santos Dumont, no lugar de um agente penitenciário, que teria pago R$ 3 mil
Um professor com uma identidade falsa foi preso em flagrante após denúncia recebida por promotores do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc); ele iria fazer o concurso da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) na Escola Estadual Onélia Campelo, no Santos Dumont, no lugar de um agente penitenciário, que teria pago R$ 3 mil (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Um professor foi preso em flagrante, portando uma identidade falsa, na tarde desse domingo (8), após denúncia recebida por promotores do Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc). Israel da Guia Lima iria fazer o concurso da Universidade de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal) na Escola Estadual Onélia Campelo, no Santos Dumont, no lugar de um agente penitenciário, que lhe pagou R$ 3 mil. 

Segundo informações colhidas pela Rádio Gazeta, o Gecoc monitorava o acusado desde o primeiro concurso, anulado após irregularidades. Agentes relataram que o professor portava o documento de identidade com sua foto, mas com os dados do ex-agente penitenciário. 

Após a abordagem, Israel foi preso na entrada que dá acesso ao colégio e conduzido à Central de Flagrantes I, no bairro do Farol, sendo autuado por falsidade ideológica. 

Já quanto ao ex-agente, identificado como Euzir de Albuquerque Ferraz, policiais cumpriram mandados de busca e apreensão na casa dele, onde encontraram cinco cartuchos de revólver 38 e dez cartuchos de pistola 9 milímetros, privativa das Forças Armadas. 

No local, só estava a esposa, Cláudia Patrícia Coutinho, que, também, foi levada para a Central e deve responder por posse ilegal de munição. Por sua vez, Euzir fugiu ao saber da prisão do professor. A defesa, no entanto, deve pedir à Justiça para que sua cliente responda ao crime em liberdade, considerando que Cláudia é ré primária, tem residência fixa e está em fase de amamentação.

Com gazetaweb.com 

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