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Professores estaduais permanecem em greve

Professores da rede estadual de ensino decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (2), manter a greve da categoria deflagrada no último dia 29; de acordo com o Sindicato dos Profissionais de Educação de Pernambuco (Sintepe), a adesão dos docentes e servidores administrativos à paralisação alcança cerca de 50% dos quase 50 mil trabalhadores da área; Secretaria de Educação admite que apenas 13,7% das escolas estaduais aderiram ao movimento  

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Professores da rede estadual de ensino decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (2), manter a greve da categoria deflagrada no último dia 29; de acordo com o Sindicato dos Profissionais de Educação de Pernambuco (Sintepe), a adesão dos docentes e servidores administrativos à paralisação alcança cerca de 50% dos quase 50 mil trabalhadores da área; Secretaria de Educação admite que apenas 13,7% das escolas estaduais aderiram ao movimento   (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - Os professores da rede estadual de ensino decidiram, em assembleia realizada nesta terça-feira (2), manter a greve da categoria deflagrada no último dia 29. De acordo com o Sindicato dos Profissionais de Educação de Pernambuco (Sintepe), a adesão dos docentes e servidores administrativos à paralisação alcança cerca de 50% dos quase 50 mil trabalhadores da área. Já a Secretaria de Educação admite que apenas 13,7% das escolas estaduais aderiram ao movimento.

Os professores reivindicam um aumento salarial linear de 13,01% para os quase 50 mil profissionais da rede estadual, conforme estabelecido na lei do Piso Salarial do Magistério, em 2015. O Governo do Estado sinalizou com a realização de aumentos progressivos. O primeiro deles, programado para julho, seria de pouco mais de 2%. Outros reajustes aconteceriam em outubro e novembro, chegando a 7,01% para os docentes e 6,12% para os funcionários administrativos e analistas.

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Com a manutenção da greve, o Estado anunciou que irá descontar os dias não trabalhados pelos profissionais que aderiram à greve, além de terem o pagamento postergado para o próximo dia 5 e a perda da progressão salarial programada para julho. Os que possuem contratos temporários de trabalho poderão ter o contrato rescindido.

Esta é segunda paralisação da categoria neste exercício. A primeira greve foi deflagrada em 10 de abril e durou 24 dias. O movimento, que atinge 650 mil alunos da rede estadual, foi suspenso após as negociações com o Governo do Estado serem retomadas.

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