HOME > Geral

Professores fecham avenida e cobram salários

Professores aposentados e representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal) interditaram uma Avenida em Maceió reivindicando melhores salários. Eles reclamaram da falta de atenção do governo Vilela (PSDB) para os problemas relacionados à categoria

Professores aposentados e representantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal) interditaram uma Avenida em Maceió reivindicando melhores salários. Eles reclamaram da falta de atenção do governo Vilela (PSDB) para os problemas relacionados à categoria (Foto: Voney Malta)

Alagoas247 - Professores aposentados e integrantes do Sindicato dos Trabalhadores da Educação em Alagoas (Sinteal) fecharam, na manhã desta sexta-feira (24), a principal avenida do bairro do Mutange reivindicando melhorias salariais. Os servidores solicitam audiência com o governador para debater pautas e pendências gerais da educação.

Durante assembleia na sede do Sinteal, os professores criticaram a falta de atenção do governo aos servidores da educação. Em reunião, a categoria debateu sobre os salários atrasados e o AL Previdência.

No Dia do Aposentado, a presidente do sindicato, Maria Consuelo, disse que não há o que se comemorar. "Só temos o que denunciar e protestar. Desde que este governo assumiu só trouxe prejuízos para os professores. Nós pedimos realinhamento de tabela e não fomos acatados", contou.

De acordo com Maria Consuelo, os recursos do rateio Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) não contemplam os professores aposentados.

"Hoje é mais um dia de luta. O governo não olha para os aposentados. O AL Previdência está descapitalizado e não entendemos o motivo". Segundo a presidente do Sinteal, os servidores contribuíram com a previdência e não recebem atendimento e serviços do órgão.

A aposentada Aurinéia Lima Nascimento, de 61 anos, critica a falta de valorização dos professores. "Estou aposentada há seis anos e meu salário continua o mesmo desde a época do governo de Ronaldo Lessa. As coisas aumentam durante os anos e nosso salário continua estacionado".

A professora reclamou dos altos custos com saúde e falta de assistência do AL Previdência e do governo do Estado.

Com gazetaweb.com