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Professores ignoram justiça e mantêm greve

A Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção Bahia decidiu manter a greve dos docentes da rede pública municipal de Salvador mesmo após o Tribunal de Justiça declarar a paralisação ilegal; o sindicato diz estar buscando maneiras de suspender a medida judicial; a categoria vai seguir cumprindo a agenda da greve; a decisão judicial publicada ontem determinou retorno imediato dos professores às atividades, sob pena de multa de R$ 50 mil por cada dia de paralisação

A Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção Bahia decidiu manter a greve dos docentes da rede pública municipal de Salvador mesmo após o Tribunal de Justiça declarar a paralisação ilegal; o sindicato diz estar buscando maneiras de suspender a medida judicial; a categoria vai seguir cumprindo a agenda da greve; a decisão judicial publicada ontem determinou retorno imediato dos professores às atividades, sob pena de multa de R$ 50 mil por cada dia de paralisação (Foto: Romulo Faro)

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Bahia 247 - A Associação dos Professores Licenciados do Brasil – Secção Bahia (APLB-BA) comunicou que decidiu manter a greve dos docentes da rede pública municipal de Salvador mesmo após o Tribunal de Justiça do Estado (TJ-BA) declarara a paralisação ilegal.

A diretoria executiva e o departamento jurídico da APLB se reuniram em caráter de urgência nesta quarta-feira (9) para buscar maneiras de suspender a medida judicial. A categoria vai seguir cumprindo a agenda da greve, que prevê manifestação nesta quinta-feira (10) em frente à Secretaria Municipal de Educação, na Avenida Anita Garibaldi.

Também nesta quinta, o comando de greve se reúne às 15h na sede da APLB e na sexta-feira (11) está marcada assembleia no Ginásio dos Bancários, no bairro dos Aflitos.

Os professores estão em greve desde o dia 2 de março. Eles reivindicam a universalização da jornada, com a concessão de período da jornada fora de sala de aula, destinado ao planejamento e preparação de conteúdo. O direito foi conquistado em 2014, mas não foi plenamente atendido, conforme relatam os professores.

A decisão judicial foi publicada ontem e determinou retorno imediato dos professores às atividades, sob pena de multa de R$ 50 mil por cada dia de paralisação.

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