Projeto Cidade Atlântica pode não sair do papel

Orçado em R$ 3 bi, o empreendimento Cidade Atlântica, das construtoras Cavalcanti Petribu, GL Empreendimentos e Queiroz Galvão, pode não ser construído; o projeto que previa um bairro planejado de 600 hectares, em Goiana, Norte do Grande Recife, foi suspenso após um pedido da montadora Fiat; segundo a fábrica, que está construindo um polo automotivo no município, a aproximação demasiada entre o bairro e as construções da fábrica poderia atrapalhar futuros desenvolvimentos da empresa na cidade

Orçado em R$ 3 bi, o empreendimento Cidade Atlântica, das construtoras Cavalcanti Petribu, GL Empreendimentos e Queiroz Galvão, pode não ser construído; o projeto que previa um bairro planejado de 600 hectares, em Goiana, Norte do Grande Recife, foi suspenso após um pedido da montadora Fiat; segundo a fábrica, que está construindo um polo automotivo no município, a aproximação demasiada entre o bairro e as construções da fábrica poderia atrapalhar futuros desenvolvimentos da empresa na cidade
Orçado em R$ 3 bi, o empreendimento Cidade Atlântica, das construtoras Cavalcanti Petribu, GL Empreendimentos e Queiroz Galvão, pode não ser construído; o projeto que previa um bairro planejado de 600 hectares, em Goiana, Norte do Grande Recife, foi suspenso após um pedido da montadora Fiat; segundo a fábrica, que está construindo um polo automotivo no município, a aproximação demasiada entre o bairro e as construções da fábrica poderia atrapalhar futuros desenvolvimentos da empresa na cidade (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 - O empreendimento Cidade Atlântica, de responsabilidade das construtoras Cavalcanti Petribu, GL Empreendimentos e Queiroz Galvão, pode não ser construído. O projeto, orçado em R$ 3 bilhões e que implementaria um bairro planejado de 600 hectares, com capacidade para 60 mil pessoas e 18 mil unidades habitacionais na cidade de Goiana, Norte do Grande Recife, foi suspenso após um pedido da montadora Fiat, que está construindo uma fábrica a cerca de nove quilômetros do endereço do local. De acordo com as empresas, a iniciativa foi suspensa, mas ainda pode ser implementado em outro município.

A Fiat alegou que a aproximação demasiada entre o bairro e as construções da fábrica poderia atrapalhar futuros desenvolvimentos da empresa na cidade. Após o pronunciamento da montadora, representantes da construtora afirmaram que o terreno de Goiana ainda pode comportar um empreendimento menor, mas outros locais dentro de Pernambuco estão sendo considerados para a construção do projeto, que ainda deve ser levado em frente.

Além dos conjuntos habitacionais, o projeto Cidade Atlântico comporta também dois centros comerciais. O maior, de localização regional, comportaria dois hotéis, um shopping, empresariais, um hospital e um centro de logística e um de capacitação técnica. No centro local estariam localizados postos de gasolina, escolas, supermercados e outros pontos comerciais. Além do comércio, o empreendimento também apostava na sustentabilidade, ao oferecer 20m² de área verde por habitante local.

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