Projeto de R$ 7 milhões prevê expansão da CMBH

Está concluído um projeto que prevê a expansão do prédio da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH); orçada em R$ 7 milhões, a obra ainda não tem previsão para ser licitada e alguns parlamentares já contestam o valor do projeto bem como a necessidade de executar o serviço; o projeto, que teve um custo de R$ 131 mil, prevê a construção de um quarto pavimento com 2.202 m²

Está concluído um projeto que prevê a expansão do prédio da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH); orçada em R$ 7 milhões, a obra ainda não tem previsão para ser licitada e alguns parlamentares já contestam o valor do projeto bem como a necessidade de executar o serviço; o projeto, que teve um custo de R$ 131 mil, prevê a construção de um quarto pavimento com 2.202 m²
Está concluído um projeto que prevê a expansão do prédio da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH); orçada em R$ 7 milhões, a obra ainda não tem previsão para ser licitada e alguns parlamentares já contestam o valor do projeto bem como a necessidade de executar o serviço; o projeto, que teve um custo de R$ 131 mil, prevê a construção de um quarto pavimento com 2.202 m² (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 – Está concluído um projeto que prevê a expansão do prédio da Câmara Municipal de Belo Horizonte (CMBH), cujo serviço foi contratado em 2012. Orçada em R$ 7 milhões, a obra ainda não tem previsão para ser licitada e alguns parlamentares já contestam o valor do projeto bem como a necessidade de executar o serviço.

Elaborado pela Mais Quatro Empreendimentos Ltda, o projeto, que teve um custo de R$ 131 mil, prevê a construção de um quarto pavimento com 2.202 metros quadrados (m²). No local seriam distribuídos 21 dos 41 gabinetes de vereadores, com área de 55 m², além de uma sala de reuniões, copa e quatro depósitos.

De acordo com o vereador Ronaldo Gontijo (PPS), a execução da obra não é viável. "A presidência não participa das discussões e toma decisão sem consulta. Queria entender para quê gastar esse valor para fazer uma obra de ampliação desnecessária. Estou há 20 anos na Câmara e há dez anos o organograma é o mesmo, e tudo funciona normalmente", disse. As informações são do jornal O Tempo.

Por sua vez, secretário geral da Casa, Leonardo Mattos (PV), afirmou que muitos locais do Legislativo são usados para atividades que não condizem com o papel da Casa como o apoio comunitário, o Procon, a enfermaria e o restaurante popular. "Temos que avaliar se queremos abrir mão desses serviços para a população. Mas se a Casa fosse voltada apenas para o trabalho Legislativo, o prédio é o bastante", explicou.

Acusado de não divulgar suas decisões aos outros parlamentar, o atual presidente da Câmara, Léo Burguês (PTdoB), disse que a expansão é uma necessidade.

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