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PSB de SP reafirma fidelidade a Alckmin

Deputado Márcio França minimiza a influência da ex-senadora, aliada do presidenciável Eduardo Campos, nas decisões da legenda e afirmou que sigla vai aceitar a vaga de vice oferecida na chapa pela reeleição do governador tucano: “Não tem sentido trocar o candidato favorito, que é o Alckmin, por uma candidatura voluntariosa. Marina entrou no PSB faltando 24 horas para o fim do prazo para filiação”

SP - ALCKMIN/SECRETARIADO/SP - POLÍTICA - O presidente estadual do PSB em São Paulo, o deputado defederal Marcio França (e), é apresentado como como o secretário de Turismo do Governo de Geraldo Alckmin (d), no escritório de transição na Rua Boa Vista, (Foto: Roberta Namour)

247 - O presidente do diretório do PSB em São Paulo, deputado Márcio França, descartou o pedido de Marina Silva para candidatura própria no Estado e afirmou que a sigla vai aceitar a vaga de vice oferecida na chapa pela reeleição Geraldo Alckmin (PSDB).

Em entrevista ao site do Valor, ele minimizou a influência da ex-senadora, aliada do presidenciável Eduardo Campos, nas decisões da legenda: “Marina entrou no PSB faltando 24 horas para o fim do prazo para filiação. Nós já estávamos discutindo as alianças nos Estados quando ela entrou. Ela filiou 80 pessoas ao PSB. Nós filiamos 232 mil”.

Segundo ele, o governador tucano indicou 70 dos 250 postulantes que o partido lançará neste ano. “Não tem sentido trocar o candidato favorito, que é o Alckmin, por uma candidatura voluntariosa. Qualquer candidatura sem expressão vai nos puxar para baixo”, afirmou. “Seria um erro estratégico abrir mão de uma parceria forte” (Leia mais).

A decisão gera um impasse para Campos, que quer oficializar a ex-senadora como vice de sua chapa. Marina defende candidatura da deputada federal Luiza Erundina (PSB) como condição para fechar a vaga (leia aqui).