PSB lança chapa estadual, mas com discurso nacional

O anúncio oficial da chapa majoritária do PSB que irá disputar o Governo do Estado de Pernambuco, encabeçada pelo secretário da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), tendo como vice o deputado federal Raul Henry (PMDB) e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) como candidato ao Senado, serviu para reforçar a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência da República; ao mesmo tempo em que avalizava a candidatura de Câmara, Campos voltou a tecer novas críticas à política econômica da presidente Dilma Rousseff

O anúncio oficial da chapa majoritária do PSB que irá disputar o Governo do Estado de Pernambuco, encabeçada pelo secretário da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), tendo como vice o deputado federal Raul Henry (PMDB) e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) como candidato ao Senado, serviu para reforçar a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência da República; ao mesmo tempo em que avalizava a candidatura de Câmara, Campos voltou a tecer novas críticas à política econômica da presidente Dilma Rousseff
O anúncio oficial da chapa majoritária do PSB que irá disputar o Governo do Estado de Pernambuco, encabeçada pelo secretário da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), tendo como vice o deputado federal Raul Henry (PMDB) e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) como candidato ao Senado, serviu para reforçar a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência da República; ao mesmo tempo em que avalizava a candidatura de Câmara, Campos voltou a tecer novas críticas à política econômica da presidente Dilma Rousseff (Foto: Paulo Emílio)
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Pernambuco 247 - O anúncio oficial da chapa majoritária do PSB que irá disputar o Governo do Estado de Pernambuco, encabeçada pelo secretário da Fazenda, Paulo Câmara (PSB), e tendo como vice o deputado federal Raul Henry (PMDB) e o ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB) como candidato ao Senado, também serviu para reforçar a pré-candidatura do governador Eduardo Campos à Presidência da República. Ao mesmo tempo em que avalizava a candidatura de Câmara, Campos não perdeu a chance de tecer novas críticas à política econômica da presidente Dilma Rousseff (PT). Paulo Câmara também fez coro ao projeto nacional do govenador e defendeu a construção de um novo pacto federativo, um dos principais motes da campanha de Campos rumo ao Planalto.

“O Brasil está derretendo seus fragmentos econômicos. A cada ano que passa a nossa indústria está menor, a reforma agrária estagnou e a violência aumenta no País puxado pelo crack”, afirmou Campos, durante o evento, realizado em um hotel do Recife, nesta segunda-feira (24), disparando contra a administração da presidente Dilma. Paulo Câmara e Bezerra Coelho também alfinetaram o Governo Federal, demonstrando alinhamento com o presidente nacional da legenda socialista.

Discursando pela primeira vez como candidato ao governo, Câmara se colocou como um “defensor de um novo modelo de pacto federativo e dos municípios”, bandeira que será defendida pelo governador durante o período eleitoral. Já Bezerra Coelho cravou que o próximo presidente” já tem nome e sobrenome: Eduardo Campos”. De acordo com FBC, o correligionário realizará, pelo Brasil, tudo o que vêm sendo desenvolvido em Pernambuco nos últimos sete anos.

A escolha de Câmara foi destacada por Campos durante o discurso. “Eu avalizo por Paulo Câmara. Fizemos a melhor aposta, um homem generoso, que vai fazer muito por Pernambuco”, afirmou destacando a participação do correligionário no governo do PSB, principalmente durante a realização da nova partilha do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para os municípios.

O governador afirmou, ainda, que Câmara foi o responsável pela criação do Fundo Estadual dos Municípios (FEM), que é mantido com recursos provenientes do Estado. “Estamos juntos em torno de um objetivo: que o Estado continue avançando, melhorando. O nosso campo político está unificado e animado para ir às ruas”.

Já o vice-governador João Lyra (PSB), que foi uma das poucas vozes contrárias ao arranjo feito por Campos quanto a sucessão estadual, também teve o nome citado durante a coletiva. A própria presença do socialista no evento demonstra que o clima dentro do PSB já está mais tranquilo e que as chances de um racha interno da sigla diminuíram.

Lyra havia saído do PDT para o PSB esperando ser o escolhido para assumir se candidatar ao governo após a gestão de Campos, mas foi preterido pelo governador, que preferiu um nome mais técnico para encabeçar a chapa pessebista. Ele saiu do evento sem falar com a imprensa.

 

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