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PSDB quer "reunião de emergência" de CPI

Tucanos se mobilizam com os partidos de oposição para que haja ainda nesta semana reunião de emergência da CPI Mista da Petrobras para avaliar os depoimentos prestados pelo ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef à Justiça Federal na semana passada; o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, disse que "é inevitável" o encontro, "já que são muito graves as denúncias"; "As últimas revelações dão conta da existência de um esquema de arrecadação ainda maior que o mensalão"

Tucanos se mobilizam com os partidos de oposição para que haja ainda nesta semana reunião de emergência da CPI Mista da Petrobras para avaliar os depoimentos prestados pelo ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef à Justiça Federal na semana passada; o líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy, disse que "é inevitável" o encontro, "já que são muito graves as denúncias"; "As últimas revelações dão conta da existência de um esquema de arrecadação ainda maior que o mensalão" (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - Deputados tucanos reforçam mobilização dos partidos de oposição para que seja realizada ainda nesta semana reunião de emergência da CPI Mista da Petrobras para avaliar os depoimentos prestados pelo ex-diretor de Abastecimento da companhia Paulo Roberto Costa e pelo doleiro Alberto Youssef à Justiça Federal na semana passada.

Ambos confirmaram a existência de um esquema criminoso que teria desviado dinheiro da estatal e o repassado para os cofres do PT e de partidos aliados. 

O líder do PSDB na Câmara, deputado Antonio Imbassahy (BA), disse que "é inevitável" a reunião de emergência do colegiado nesta semana, "já que são muito graves as denúncias" dos delatores. "As últimas revelações dão conta da existência de um esquema de arrecadação ainda maior que o mensalão".

O tucano apresentou no último dia 10 uma lista de proposições que devem ser "imediatamente apreciadas pelos integrantes da comissão". Elas pedem a convocação de alguns dos envolvidos no esquema delatado, como o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, e Renato Duque, diretor de Serviços da Petrobras de 2003 a 2012.