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Psol define nomes para prefeito e vice

O Psol oficializou a candidatura do professor Gustavo Pessoa a prefeito de Maceió, tendo o militante de esquerda, Magno Francisco, como vice; eles vão se apresentar na disputa eleitoral como ''candidatos que não fazem parte das oligarquias tradicionais''; para reforçar o discurso do partido, o Psol deve trazer para Alagoas o deputado federal Jean Wyllys

O Psol oficializou a candidatura do professor Gustavo Pessoa a prefeito de Maceió, tendo o militante de esquerda, Magno Francisco, como vice; eles vão se apresentar na disputa eleitoral como ''candidatos que não fazem parte das oligarquias tradicionais''; para reforçar o discurso do partido, o Psol deve trazer para Alagoas o deputado federal Jean Wyllys (Foto: Voney Malta)

Alagoas 247 - Em entrevista coletiva realizada na tarde desta segunda-feira (1), o Psol oficializou a candidatura do professor Gustavo Pessoa a prefeito de Maceió, tendo o militante de esquerda Magno Francisco como vice-candidato. Com o apoio do deputado federal Jean Wyllys (Psol-RJ), eles se apresentam à sociedade maceioense como ''candidatos que não fazem parte das oligarquias tradicionais''.

De acordo com Pessoa, os nomes do Psol colocados à disputal eleitoral possuem uma "identidade programática". Tanto que, durante a coletiva, o professor chegou a fazer um desafio aos demais candidatos a prefeito de Maceió, indagando-lhes se eles teriam um candidato a vice "com uma história limpa e trajetória de vida honesta". 

"Magno e eu temos ideias muito parecidas, uma visão de mundo semelhante. A nossa trajetória de luta mostra que temos responsabilidade social com a cidade, como também para com sua cultura", frisou Pessoa, cujo partido realiza, na próxima sexta-feira (5), a convenção partidária no Ginásio do Colégio Fantástico, no Benedito Bentes, parte alta de Maceió.

Após as convenções, o Psol deve trazer para Alagoas o deputado Jean Wyllys. O professor, parlamentar e ex-big brother vai reforçar o discurso dos candidatos que também prometem apresentar políticas públicas voltadas às minorias. 

Para Magno, a população brasileira já demonstrou, nos últimos meses, a necessidade de se lutar "contra a cultura da política tradicional". "É preciso lutar pelos interesses dos mais pobres. Faço parte deste projeto por entender que Gustavo é uma pessoa extremamente humana, que entende as contradições da sociedade e sabe ouvir as pessoas. É preciso absolver o que a sociedade está precisando e propor as respectivas saídas. A tarefa é árdua, mas estamos identificados com as necessidades do povo de Maceió", frisou Magno.

Com gazetaweb.com