PSOL propõe CPI sobre propinas a Paulo Preto para o PSDB

Raul Marcelo, do PSOL, entrou com um pedido na Assembleia Legislativa de São Paulo para a criação de uma CPI para investigar possíveis desvios na Dersa; ex-diretor da estatal, Paulo Preto, que agora tenta uma colaboração premiada com a Justiça, teria movimentado R$ 100 milhões, nos governos dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; são necessárias 32 assinaturas para a criação da comissão; "Pelas notícias que estamos vendo nos jornais, na gestão Serra e Alckmin a Dersa virou uma lavanderia. A função do Parlamento é fiscalizar", disse

Raul Marcelo, do PSOL, entrou com um pedido na Assembleia Legislativa de São Paulo para a criação de uma CPI para investigar possíveis desvios na Dersa; ex-diretor da estatal, Paulo Preto, que agora tenta uma colaboração premiada com a Justiça, teria movimentado R$ 100 milhões, nos governos dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; são necessárias 32 assinaturas para a criação da comissão; "Pelas notícias que estamos vendo nos jornais, na gestão Serra e Alckmin a Dersa virou uma lavanderia. A função do Parlamento é fiscalizar", disse
Raul Marcelo, do PSOL, entrou com um pedido na Assembleia Legislativa de São Paulo para a criação de uma CPI para investigar possíveis desvios na Dersa; ex-diretor da estatal, Paulo Preto, que agora tenta uma colaboração premiada com a Justiça, teria movimentado R$ 100 milhões, nos governos dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin; são necessárias 32 assinaturas para a criação da comissão; "Pelas notícias que estamos vendo nos jornais, na gestão Serra e Alckmin a Dersa virou uma lavanderia. A função do Parlamento é fiscalizar", disse (Foto: Giuliana Miranda)

SP 247 - O deputado estadual Raul Marcelo (PSOL) apresentou requerimento para instalar na Assembleia Legislativa de São Paulo uma CPI para investigar suspeitas de desvios na Dersa, estatal paulista responsável por grandes obras como as do Rodoanel e da marginal Tietê. O pedido prevê que a CPI apure "desvios de recursos públicos, corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e outros crimes e infrações administrativas cometidas no âmbito do Estado de São Paulo, por empreiteiras contratadas e subcontratadas pela Dersa e agentes públicos eventualmente envolvidos no período de 2007 e 2012", nos governos dos tucanos José Serra e Geraldo Alckmin.

As informações são de reportagem de Reynaldo Turollo Jr  da Folha de S.Paulo

 "Pelas notícias que estamos vendo nos jornais, na gestão Serra e Alckmin a Dersa virou uma lavanderia. A função do Parlamento é fiscalizar", disse Marcelo.

"Como revelou a coluna Painel nesta quarta, o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, foi aconselhado por advogados a propor ao Ministério Público Federal um acordo de colaboração premiada, depois de ter sido citado por delatores da Odebrecht.

No sábado (4), o jornal "O Estado de S. Paulo" noticiou que o operador Adir Assad, preso em Curitiba, tenta fechar um acordo de delação que inclui informações sobre repasses de R$ 100 milhões para Paulo Preto entre 2007 e 2010, no governo Serra.

Na terça (7), a Justiça Federal do Rio aceitou denúncia contra Assad e o empresário Fernando Cavendish, ex-dono da empreiteira Delta, por suposto superfaturamento nas obras de ampliação da marginal Tietê, em São Paulo. As obras foram administradas pela Dersa, que teria compactuado com o superfaturamento.

'Se ele [Paulo Preto] fizer delação, isso vai vir para a opinião pública, vai ficar muito difícil a Assembleia não entrar nesse tema', afirmou Raul Marcelo."

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