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PT avalia como agir com pautas "apropriadas" por goverrno Temer

Ex-líder do governo da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que a legenda ainda está avaliando como irá se comportar diante de pautas que foram defendidas pela gestão do PT e que, agora, também são consideradas essenciais pela gestão do presidente interino Michel Temer; "Temos uma reunião marcada com o partido, com a nossa bancada e outros partidos que vão compor agora a oposição. Vamos discutir de que maneira vamos lidar com cada um desses problemas. Não há consenso", afirmou;  Dentre as pautas estão a revisão da meta fiscal e a reforma da previdência, por exemplo, que também foram sistematicamente boicotadas pelos partidos de oposição ao governo Dilma  

Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. Em discurso, senador Humberto Costa (PT-PE). Foto: Moreira Mariz/Agência Senado (Foto: Paulo Emílio)

247 - O ex-líder do governo da presidente afastada Dilma Rousseff no Senado, Humberto Costa (PT-PE), disse que a legenda ainda está avaliando como irá se comportar diante de pautas que foram defendidas pela gestão do PT e que, agora, também são consideradas essenciais pela gestão do presidente interino Michel Temer. Dentre as pautas estão a revisão da meta fiscal e a reforma da previdência, por exemplo, que também foram sistematicamente boicotadas pelos partidos de oposição ao governo Dilma.

"Temos uma reunião marcada com o partido, com a nossa bancada e outros partidos que vão compor agora a oposição. Vamos discutir de que maneira vamos lidar com cada um desses problemas. Não há consenso", afirmou Humberto. Indagado sobre a necessidade urgente alegada pelo governo interino de uma reforma previdenciária, Humberto foi taxativo.

"Queremos fazer a reforma. Mas ela não poderia representar perda de direitos para os trabalhadores, deveria ser feita em um momento adequado, no mínimo daqui a quatro anos, e teria que ser uma reforma discutida com os setores sociais. Essas condições não estão atendidas na proposta deste governo", disse.

O parlamentar também observou que as discussões da reforma da Previdência devem contar com a participação de movimentos sociais e sindicais, sendo que as principais centrais sindicais recusaram-se a discutir o assunto com o novo governo por considerá-lo ilegítimo.

 

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