PT, de Ana e Iran, diz que gestão JB é 'contraditória'

A corrente “Articulação de Esquerda”, do Partido dos Trabalhadores em Sergipe, liderada pela deputada estadual Ana Lúcia Menezes e pelo vereador Iran Barbosa, acusa, em resolução divulgada ontem para a imprensa, que o governo Jackson Barreto (PMDB) retirou direitos trabalhistas dos servidores com a realização da recente reforma administrativa; no texto, a corrente também critica a formação do secretariado e expõe certo desconforto com a presença do PSB, partido do vice-governador Belivaldo Chagas, na aliança governista

A corrente “Articulação de Esquerda”, do Partido dos Trabalhadores em Sergipe, liderada pela deputada estadual Ana Lúcia Menezes e pelo vereador Iran Barbosa, acusa, em resolução divulgada ontem para a imprensa, que o governo Jackson Barreto (PMDB) retirou direitos trabalhistas dos servidores com a realização da recente reforma administrativa; no texto, a corrente também critica a formação do secretariado e expõe certo desconforto com a presença do PSB, partido do vice-governador Belivaldo Chagas, na aliança governista
A corrente “Articulação de Esquerda”, do Partido dos Trabalhadores em Sergipe, liderada pela deputada estadual Ana Lúcia Menezes e pelo vereador Iran Barbosa, acusa, em resolução divulgada ontem para a imprensa, que o governo Jackson Barreto (PMDB) retirou direitos trabalhistas dos servidores com a realização da recente reforma administrativa; no texto, a corrente também critica a formação do secretariado e expõe certo desconforto com a presença do PSB, partido do vice-governador Belivaldo Chagas, na aliança governista (Foto: Valter Lima)

Sergipe 247 - A corrente “Articulação de Esquerda”, do Partido dos Trabalhadores em Sergipe, liderada pela deputada estadual Ana Lúcia Menezes e pelo vereador Iran Barbosa, acusa, em resolução divulgada ontem para a imprensa, que o governo Jackson Barreto (PMDB) retirou direitos trabalhistas dos servidores com a realização da recente reforma administrativa. No texto, a corrente também critica a formação do secretariado e expõe certo desconforto com a presença do PSB, partido do vice-governador Belivaldo Chagas, na aliança governista.

“Passadas as eleições, a principal medida de Jackson Barreto foi uma reforma administrativa que tem como eixo central a retirada ou flexibilização de direitos trabalhistas. A reforma, que foi combatida pelo movimento sindical de Sergipe, com destaque para o papel protagonista da Central Única dos Trabalhadores, foi aprovada na Assembleia Legislativa por ampla maioria, contando, inclusive, com o apoio de parte expressiva da oposição parlamentar. Oposição que, diga-se de passagem, Jackson chamava de “união dos poderosos contra o povo” durante o último pleito eleitoral”, afirma a Articulação de Esquerda.

O grupo ressalva que a penalização dos trabalhadores “muito provavelmente será uma marca dos quatro anos de Jackson, afinal nunca é demais lembrar que há também na base do governo interesses e setores conservadores da política sergipana”.

Sobre o secretariado, a corrente de Ana e Iran avalia que a composição da equipe de JB “não deixa dúvidas de que a coalizão mudancista, responsável pelas vitórias de Marcelo Déda para a Prefeitura, em 2000 e 2004, e para o Governo do Estado, em 2006 e 2010, caminha a passos firmes para transformar-se num campo político “centrista”, hegemonizado por um núcleo peemedebista, com sólidas extensões à direita e cada vez menos sustentação pela esquerda”.

O agrupamento enxerga ainda um “esgotamento” da estratégia política que levou Déda ao comando da prefeitura e do governo. “Para dar mais evidência ao esgotamento da estratégia, hoje no comando do governo estadual, temos o PMDB com o PSB (que não fez campanha para Dilma) ocupando a vice, iniciando uma gestão, no mínimo, contraditória. Por isso, não temos dúvida de que o papel do PT de Sergipe é ser o polo de esquerda do Governo Jackson Barreto, o que exige para o conjunto do partido o urgente debate programático sobre a coalizão da qual fazemos parte, sobre os rumos políticos do Governo Estadual e sobre o fortalecimento do próprio PT”, defende.

Aracaju

No documento, a Articulação de Esquerda afirma também que o partido deve se preparar para apresentar um nome para a prefeitura de Aracaju, que se contraponha ao prefeito João Alves Filho (DEM), a quem a corrente não poupa críticas.

“A prefeitura da capital é governada pelo DEM, que tem impulsionado a arrecadação via aumento extorsivo do IPTU, da criação da Taxa de Iluminação Pública, do aumento da tarifa do transporte público e da venda de terrenos públicos para a especulação imobiliária, além de promover o sucateamento da máquina publica para justificar a privatização dos serviços públicos essenciais”, diz.

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