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PT tenta conter fuga de prefeitos para base de Alckmin em SP

As principais cidades com ameaças de defecções são Araçatuba, Bragança Paulista, Hortolândia, Itupeva e Jaú, todas administradas pelo PT; nos cinco municípios, políticos do partido negociam com o PSB, comandando em São Paulo pelo vice-governador Márcio França; o prefeito de Itupeva, Ricardo Bocalon (PT), diz que é "preocupante" a atual rejeição ao PT; para evitar uma debandada, a direção da sigla iniciou esforço para conter desertores; nas últimas semanas, dirigentes do PT têm feito viagens para cidades do interior na tentativa de aproximar prefeitos e vereadores do partido e convencê-los da importância de tê-los na sigla em 2016

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As principais cidades com ameaças de defecções são Araçatuba, Bragança Paulista, Hortolândia, Itupeva e Jaú, todas administradas pelo PT; nos cinco municípios, políticos do partido negociam com o PSB, comandando em São Paulo pelo vice-governador Márcio França; o prefeito de Itupeva, Ricardo Bocalon (PT), diz que é "preocupante" a atual rejeição ao PT; para evitar uma debandada, a direção da sigla iniciou esforço para conter desertores; nas últimas semanas, dirigentes do PT têm feito viagens para cidades do interior na tentativa de aproximar prefeitos e vereadores do partido e convencê-los da importância de tê-los na sigla em 2016 (Foto: Valter Lima)
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247 - Diante da crescente rejeição ao PT em São Paulo, prefeitos e vereadores do partido em cidades do interior paulista ensaiam migrar para a base aliada do governador Geraldo Alckmin (PSDB), para a disputa municipal do ano que vem.

As principais cidades com ameaças de defecções são Araçatuba, Bragança Paulista, Hortolândia, Itupeva e Jaú, todas administradas pelo PT. Nos cinco municípios, políticos do partido negociam com o PSB, comandando em São Paulo pelo vice-governador Márcio França.

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"Eu estou na fase de discussões, mas não há nada concreto. Há conversas, não vou negar", reconheceu o prefeito de Itupeva, Ricardo Bocalon (PT), segundo o qual é "preocupante" a atual rejeição ao PT. "Não dá para falar que não é, principalmente em São Paulo", considerou.

Para evitar uma debandada, a direção da sigla iniciou esforço para conter desertores. Nas últimas semanas, dirigentes do PT têm feito viagens para cidades do interior na tentativa de aproximar prefeitos e vereadores do partido e convencê-los da importância de tê-los na sigla em 2016.

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O cenário pessimista avaliado pelo partido é o de que, caso as defecções se confirmem, o PT pode sair da disputa municipal de 2016 com uma redução de até 30% no número total de prefeituras que comanda no Estado. A sigla administra atualmente 68 municípios de São Paulo.

À espera da senadora Marta Suplicy, que deixou o PT, o PSB paulista tem negociado a migração para a legenda de pelo menos nove prefeitos e ex-prefeitos petistas do interior do Estado para lançá-los na disputa eleitoral de 2016. O partido pretende filiá-los no final de junho, no mesmo evento de anúncio oficial da entrada da senadora na legenda e depois da formalização da união do PSB com o PPS.

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