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PTB coloca pressão sobre sucessão pernambucana

O senador Armando Monteiro Neto (PTB), que deseja disputar a sucessão pernambucana em 2014, já colocou o seu partido no páreo ao dizer que sigla trabalhista deseja “O mesmo grau de liberdade que o PSB reivindicou no pano nacional, o nosso partido reivindica no plano local”, referindo-se ao descolamento do PSB do governo da presidente Dilma Rousseff (PT); o parlamentar também sinalizou que deve apoiar a reeleição da presidente Dilma, aumentando a pressão sobre o governador sobre quem deverá ser o escolhido para sucedê-lo no Palácio do Campo das Princesas

O senador Armando Monteiro Neto (PTB), que deseja disputar a sucessão pernambucana em 2014, já colocou o seu partido no páreo ao dizer que sigla trabalhista deseja “O mesmo grau de liberdade que o PSB reivindicou no pano nacional, o nosso partido reivindica no plano local”, referindo-se ao descolamento do PSB do governo da presidente Dilma Rousseff (PT); o parlamentar também sinalizou que deve apoiar a reeleição da presidente Dilma, aumentando a pressão sobre o governador sobre quem deverá ser o escolhido para sucedê-lo no Palácio do Campo das Princesas (Foto: Paulo Emílio)

PE247- A devolução dos cargos ocupados pelo PSB à presidente Dilma Rousseff (PT) terminou por acionar de vez a mola do mecanismo da sucessão estadual em Pernambuco. Enquanto o ainda ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, tenta firmar posição junto ao governador de Pernambuco e presidente nacional da sigla socialista, Eduardo Campos, a para ser o escolhido para disputar a sucessão estadual, o senador Armando Monteiro Neto (PTB) já colocou o seu partido no páreo. “O mesmo grau de liberdade que o PSB reivindicou no pano nacional, o nosso partido reivindica no plano local”, afirmou o parlamentar.

O PTB nutre o desejo de que Armando seja o ungido por Campos para disputar o Governo do Estado. Caso isso não ocorra, a legenda sinaliza com uma candidatura própria, fora da Frente Popular, muito embora não tenha demonstrado a intenção de entregar os cargos que ocupa em nível estadual.  O recado de Armando foi claro: “Se você me perguntar se eu sou azul ou vermelho, eu respondo porque não sou homem de tergiversar. Eu estou na base de Dilma no Congresso e se ela é candidata à reeleição, está clara a realidade. Estou do lado dela”, disse.

De acordo com o Jornal do Commercio, Armando teria dito que, assim como o PSB, o PTB também não se pauta por cargos. “O que podemos dizer é que não temos apego  a cargos e se eventualmente nos cobrarem ou houver uma situação que justifique uma avaliação sobre essa questão (devolução dos cargos), ela poderá entrar na pauta”. Em entrevista à Rádio Jornal, o senador disse, ainda, que o PSB abriu as discussões sobre as eleições do próximo ano ao deixar o governo da presidente Dilma.

Questionado sobre o assunto, Campos disse ainda não ter uma opinião sobre as declarações do petebista. “Não tenho nenhuma avaliação sobre isso. Não sentei com ninguém nem parei para pensar sobre isso. Na hora que eu tiver uma avaliação eu falo”, disse o governador.