Qual é a maior dor do empreendedor brasileiro? “Ter o Estado como sócio”

Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi e da Singu e um dos principais nomes do ecossistema de startups brasileiro, é categórico no que ele acredita ser a grande dor do empreendedor brasileiro; “Ter o Estado como sócio”, afirma, seco, sem demonstrar nenhum tipo de dúvida; o empreendedor acredita que é o governo o grande inimigo do povo brasileiro, não apenas de quem está tentando gerar renda e empregos – por impedir que a economia se desenvolva.; “O Estado é um sangue-suga que extorque a população diariamente, taxando não só em sua receita gerada, mas também seu consumo”, destaca

Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi e da Singu e um dos principais nomes do ecossistema de startups brasileiro, é categórico no que ele acredita ser a grande dor do empreendedor brasileiro; “Ter o Estado como sócio”, afirma, seco, sem demonstrar nenhum tipo de dúvida; o empreendedor acredita que é o governo o grande inimigo do povo brasileiro, não apenas de quem está tentando gerar renda e empregos – por impedir que a economia se desenvolva.; “O Estado é um sangue-suga que extorque a população diariamente, taxando não só em sua receita gerada, mas também seu consumo”, destaca
Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi e da Singu e um dos principais nomes do ecossistema de startups brasileiro, é categórico no que ele acredita ser a grande dor do empreendedor brasileiro; “Ter o Estado como sócio”, afirma, seco, sem demonstrar nenhum tipo de dúvida; o empreendedor acredita que é o governo o grande inimigo do povo brasileiro, não apenas de quem está tentando gerar renda e empregos – por impedir que a economia se desenvolva.; “O Estado é um sangue-suga que extorque a população diariamente, taxando não só em sua receita gerada, mas também seu consumo”, destaca (Foto: Leonardo Lucena)

Por Felipe Moreno, StartSe - Tallis Gomes, fundador do Easy Taxi e da Singu e um dos principais nomes do ecossistema de startups brasileiro, é categórico no que ele acredita ser a grande dor do empreendedor brasileiro. “Ter o Estado como sócio”, afirma, seco, sem demonstrar nenhum tipo de dúvida.

O empreendedor acredita que é o governo o grande inimigo do povo brasileiro, não apenas de quem está tentando gerar renda e empregos – por impedir que a economia se desenvolva. “O Estado é um sangue-suga que extorque a população diariamente, taxando não só em sua receita gerada, mas também seu consumo”, destaca.

Embora seja de uma opinião mais extremada que a média do povo brasileiro, Tallis não deixa de ter seu ponto: muitas vezes o Estado joga contra. Um exemplo é o projeto de lei proposto pelo Senador Donizeti Nogueira, do PT do Tocantins, para obrigar toda empresa a ter um administrador contratado. Só que são 400 mil administradores para serem espremidos em 19 milhões de empresas.

Ele cita o ranking da Heritage Foundation, onde ficamos na 122ª posição (de 186 possíveis) em termos de liberdade econômica. “Isso quer dizer que estamos atrás de países como Mali, Gambia, Nigéria e Honduras e que nosso status, de acordo com a Heritage Foundation, é mostly unfree, ou seja, estamos na lista das nações com pouquíssima liberdade econômica. O cenário é ruim mesmo em comparação com a América Latina – o Chile, por exemplo, está em sexto lugar geral no ranking do Heritage”, explica.

Para ele, o caminho é que a população diminua a sua dependência do Estado e tome mais as rédeas de sua própria vida. “Precisamos seguir o caminho da liberdade, ou seja, precisamos diminuir o poder do Estado sob a população e permitir com que as pessoas possam tomar cada vez mais decisões sem pedir benção ao Estado e que os empreendedores possam gerar riqueza sem ser extorquidos pela máquina pública”, acredita.

Com o intuito de obter, ele vem mentorando vários empreendedores e startups – inclusive, vai fazer isso no programa Track, da Visa junto com a GSVLabs. “Nós passamos pelo vale da morte do empreendedorismo com sucesso”, salienta. Inclusive, o programa é uma bela oportunidade para empreendedores, que podem ser acelerados no Vale do Silício e receber US$ 235 mil de benefícios.

A mentoria dele é importante para conseguir evitar os problemas comuns que ele acredita que todo empreendedor precisa enfrentar – como o Estado. “Conhecemos os atalhos para driblar o emaranhado burocrático que o Estado cria para dificultar a geração de riqueza e fazer com que a população dependa cada vez mais da máquina pública”, completa.

Ele acredita que a mentoria é uma questão muito importante para reduzir a mortalidade de startups, tanto que vem dando mentorias gratuitamente no StartSe. “Acredito que o mentoring é não só um enabler para o desenvolvimento de uma startup em early stage, como também uma metodologia para diminuir drasticamente o índice de mortalidade prematura destes negócios”, termina.

 

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