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Queira ou não o PT, o PSB vai crescer

Quem avisa é o governador de Pernambuco, Eduardo Campos, que preside o partido e comanda a estratégia dos socialistas nas eleições municipais

Queira ou não o PT, o PSB vai crescer (Foto: Zé Carlos Barretta/Folhapress)
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247 – Governador de Pernambuco, presidente do PSB e apontado com frequência como futuro presidenciável, Eduardo Campos falou sobre a estratégia do partido para as eleições municipais de 2012. Leia a entrevista completa ao Estado de S. Paulo e confira aqui alguns trechos:

Ruptura com o PT em Recife

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Com o PT dividido não tinha condição. Eu sempre dizia que a gente devia respeitar a precedência do PT para indicar o candidato, mas era fundamental que o PT construísse sua unidade. Falei como um mantra durante mais de ano. O que aconteceu ampliou os traumas internos, e a gente não podia ver a cidade passando por esse sentimento de descuido. A administração do atual prefeito foi extremamente atrapalhada por essas disputas, ele sofreu muito com isso. A disputa foi tão grave que deixou o prefeito fora da eleição, fez o deputado Maurício Rands, um quadro histórico do PT, renunciar ao mandato, deixar o partido, deixar nosso governo.

Impactos e ressentimentos em 2014

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Da nossa parte não. Em 2006 disputei eleição com Humberto (senador Humberto Costa, candidato do PT à prefeitura), e nem por isso deixamos de estar juntos no segundo turno, no governo, na chapa com Humberto candidato a senador em 2010. É próprio da disputa política. Nosso sentimento em relação a todos esses setores do PT é de muito respeito.

Aliança com Dilma

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O papel que o PSB deve cumprir em 2014 é colocar a presidenta Dilma nas condições de fazer a disputa legítima pela sua reeleição. Agora, somos um partido que tem identidade, tem opinião, tem feito grandes governos. Queremos (fazer) crescer o partido, sim. É um direito do qual não abrimos mão.

Aproximação com Jarbas Vasconcellos

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Quero lembrar que o PMDB de Pernambuco e o conjunto liderado por Jarbas sempre fizeram parte da Frente Popular. Tivemos um afastamento em 1992, houve disputa muito dura. Jarbas não fez ao PT nacional, ao presidente Lula e à presidenta Dilma dez por cento do que fez a mim. O fato é que as pessoas no Recife entenderam perfeitamente essa decisão que Jarbas tomou como um reencontro dele com a velha tradição da Frente Popular.

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