Randolfe pede cassação de Aécio e Perrella

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou no Conselho de Ética do Senado um pedido de cassação dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG), após a delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley; "Tão logo a representação seja protocolada, não restará alternativa ao presidente da Casa (Eunício Oliveira, do PMDB-CE) e aos líderes partidários, a não ser fazer a indicação dos seus representantes ao Conselho de Ética", disse Randolfe; o parlamentar também revelou que pedirá o impeachment de Michel Temer; "A continuação deste governo só fará a república sangrar"

O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou no Conselho de Ética do Senado um pedido de cassação dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG), após a delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley; "Tão logo a representação seja protocolada, não restará alternativa ao presidente da Casa (Eunício Oliveira, do PMDB-CE) e aos líderes partidários, a não ser fazer a indicação dos seus representantes ao Conselho de Ética", disse Randolfe; o parlamentar também revelou que pedirá o impeachment de Michel Temer; "A continuação deste governo só fará a república sangrar"
O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou no Conselho de Ética do Senado um pedido de cassação dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG), após a delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley; "Tão logo a representação seja protocolada, não restará alternativa ao presidente da Casa (Eunício Oliveira, do PMDB-CE) e aos líderes partidários, a não ser fazer a indicação dos seus representantes ao Conselho de Ética", disse Randolfe; o parlamentar também revelou que pedirá o impeachment de Michel Temer; "A continuação deste governo só fará a república sangrar" (Foto: Leonardo Lucena)

Minas 247 - O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) protocolou na Conselho de Ética do Senado um pedido de cassação dos senadores Aécio Neves (PSDB-MG) e Zezé Perrella (PSDB-MG), após a delação dos donos da JBS, os empresários Joesley Batista e seu irmão Wesley.

"Tão logo a representação seja protocolada, não restará alternativa ao presidente da Casa (Eunício Oliveira, do PMDB-CE) e aos líderes partidários, a não ser fazer a indicação dos seus representantes ao Conselho de Ética", disse Randolfe, durante entrevista à imprensa.

De acordo com a delação da JBS, que foi gravada, Aécio pediu R$ 2 milhões a Joesley para pagar advogados. O dinheiro entregue a um primo do presidente do PSDB. Segundo a PF, que filmou a cena, o dinheiro foi depositado numa empresa do senador Zeze Perrella (PSDB-MG).

O teor da delação foi publicado primeiramente pleo colunista Lauro Jardim. Segundo ele, na conversa com Joesley Batista no Hotel Unique, em São Paulo, no dia 24 de março, Aécio lhe ofereceu a possibilidade de nomear um diretor da Vale. Foi naquela ocasião que Aécio pediu R$ 2 milhões para, supostamente, pagar advogados. 

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, já pediu a prisão do senador, afastado do cargo pelo ministro-relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin.

Randolfe também revelou que pedirá o impeachment de Michel Temer. "Vamos protocolar mais um pedido de impeachment contra Michel Temer, sem prejuízo do pedido anteriormente encaminhado por Alessandro Molo (Rede-RJ) e sem prejuízo de pedidos futuros. Estamos articulando com juristas para, na semana que vem, termos mais um pedido de impeachment", disse.

"O melhor seria que o senhor presidente da República poupasse a nação de mais um processo traumático e renunciasse ao cargo. O governo de Michel Temer terminou ontem. A continuação deste governo só fará a república sangrar", acrescentou.

De acordo com os donos da JBS, Temer indicou o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para resolver um assunto da J&F (holding que controla a JBS).

Depois, o parlamentar foi filmado recebendo uma mala com R$ 500 mil enviados por Joesley. O empresário disse a Temer que estava dando ao ex-deputado federal Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao operador Lúcio Funaro uma mesada na prisão para ficarem calados. Diante da informação, Temer incentivou: "Tem que manter isso, viu?". O teor das delações foi publicado pelo colunista Lauro Jardim, do Globo.

Em nota, Temer disse que "jamais" solicitou pagamentos para obter o silêncio de Cunha e negou ter participado ou autorizado "qualquer movimento" para evitar que o ex-deputado fechado um acordo de delação.

Por meio de sua assessoria, o deputado Rodrigo Rocha Loures informou que ele que vai "esclarecer os fatos divulgados" sobre a delação.

 

 

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