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Reação no PMDB: "Não serei comandado por uma ditadora"

Militante do PMDB há seis anos, o pedagogo e funcionário público Luciano Coelho demonstrou insatisfação com a decisão da Executiva Nacional do PMDB que nomeou a senadora Kátia Abreu como presidente da Comissão Interventora do partido no estado; "Não aceitarei ser comandado por uma Senadora, ditadora, três vezes pior que o Siqueira Campos. Não serei comandado por uma mulher que se diz política, mas que não valoriza o militante político, muito menos o filiado do PMDB", disse o peemedebista em sua página no Facebook; Luciano Coelho é o primeiro a anunciar desfiliação do PMDB por conta da senadora Kátia Abreu; outros peemedebistas o acompanharão?

Militante do PMDB há seis anos, o pedagogo e funcionário público Luciano Coelho demonstrou insatisfação com a decisão da Executiva Nacional do PMDB que nomeou a senadora Kátia Abreu como presidente da Comissão Interventora do partido no estado; "Não aceitarei ser comandado por uma Senadora, ditadora, três vezes pior que o Siqueira Campos. Não serei comandado por uma mulher que se diz política, mas que não valoriza o militante político, muito menos o filiado do PMDB", disse o peemedebista em sua página no Facebook; Luciano Coelho é o primeiro a anunciar desfiliação do PMDB por conta da senadora Kátia Abreu; outros peemedebistas o acompanharão? (Foto: Aquiles Lins)

Tocantins 247 - A ascensão da senadora e candidata à reeleição Kátia Abreu ao comando do PMDB no Tocantins, divulgada nessa quarta-feira, 16, provocou a primeira reação contrária no partido. O pedagogo e servidor público público Luciano Coelho não poupou críticas à senadora e anunciou sua desfiliação do partido. 

"Quando me filiei ao PMDB 6 anos atrás, fiz um compromisso comigo mesmo de ser o ultimo partido a me filiar. Seguiria nele até a velhice. Pois bem, o destino me prega uma peça, me fazendo repensar sobre essa decisão. Não aceitarei ser comandado por uma Senadora, ditadora, três vezes pior que o Siqueira Campos", disparou o peemedebista em sua página no Facebook (leia aqui). 

Luciano Coelho disse que Kátia "sequer lhe cumprimenta". "Não serei comandado por uma mulher que se diz política, mas que não valoriza o militante político, muito menos o filiado do PMDB. Por isso estou sendo obrigado a sair deste grande partido do Brasil, mas que no Tocantins se apequenou de vez com a chegada da Senadora Kátia Abreu", diz o texto. 

Luciano já havia demonstrado diferenças com a senadora Kátia Abreu desde quando chegou lançar-se pré-candidato do PMDB a governador nas eleições indiretas de maio. Quando anunciou sua desistência de concorrer ao pleito indireto, Luciano cobrou da senadora apoio à unidade do partido. "Eu também sou autêntico senadora, e mereço seu respeito", disse ele na ocasião (leia aqui). 

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