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Rede pressiona por candidatura de Marina

É o que aponta o colunista Cláudio Humberto; segundo a coluna, dentro da Rede estaria aumentando a pressão para que Marina seja candidata à Presidência da República no lugar do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB); aliados da ex-ministra Marina Silva, que lutava pela criação da Rede antes de ingressar no PSB, estariam acusando o gestor pernambucano de captar votos "por osmose", sem adotar o discurso da nova política

É o que aponta o colunista Cláudio Humberto; segundo a coluna, dentro da Rede estaria aumentando a pressão para que Marina seja candidata à Presidência da República no lugar do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB); aliados da ex-ministra Marina Silva, que lutava pela criação da Rede antes de ingressar no PSB, estariam acusando o gestor pernambucano de captar votos "por osmose", sem adotar o discurso da nova política (Foto: Leonardo Lucena)

Pernambuco 247 – Começaram a sair as primeiras faíscas entre PSB e Rede Sustentabilidade. Dois meses após a ex-ministra Marina Silva, que brigava pelo registro da Rede na Justiça Eleitoral, anunciar o seu ingresso no PSB, a relação entre socialistas e redistas começa a pegar fogo. Isso porque dentro da Rede estaria aumentando a pressão para que Marina seja candidata à Presidência da República no lugar do governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB). A informação é do colunista Cláudio Humberto.

De acordo com o texto, aliados da ex-ministra estariam acusando o gestor pernambucano de captar votos "por osmose", sem adotar o discurso da nova política. Após a ex-ministra ingressar no PSB, especulou-se a possibilidade de pavimentar a sua candidatura ao Palácio do Planalto, pois algumas pesquisas apontaram a ex-ministra na frente de Campos quando ela ainda tentava criar a Rede. No entanto, a postulação do gestor é quase que um consenso dentro da legenda socialista.

Em entrevistas e inserções partidárias ao decorrer de 2013, Campos defendeu e continua defendendo o que chama de nova política. Segundo o gestor, um dos exemplos que justificam uma nova maneira de fazer política, por exemplo, é gerir o País com uma visão de longo prazo. Em outras palavras, para o gestor, é preciso fazer um projeto pela sociedade e não de poder pelo poder.

Levando em consideração a coluna, não fica claro qual seria o discurso da nova política para os membros da Rede, que também diverge do PSB, por exemplo, sobre a formação de palanques em estados como São Paulo e Rio de Janeiro. As divergências entre PSB e Rede em relação ao discurso de Campos em tese dificultaria a consolidação de um discurso com o mote "inovação e sustentabilidade", que será marca da candidatura do gestor.

Apesar de Marina já ter negado que disputará o Palácio do Planalto em 2014, paira no ar a dúvida se a ex-ministra usará a suposta pressão da Rede pela sua candidatura como arma para 2014.