‘Reforma da Previdência vai aumentar a exclusão’

"A reforma da Previdência Social proposta por Michel Temer deve aumentar o índice de violência no Brasil à medida que agravará a exclusão e desigualdade social" avalia o deputado estadual Marcelino Galo (PT), que participou nesta quarta-feira das manifestações contra a proposta em Salvador; "Não tenho dúvidas de que essa reforma da previdência, como está colocada, além de penalizar a classe trabalhadora - ainda mais as mulheres, o homem do campo e os pescadores - contribuirá para o aumento da cultura da violência na sociedade, já que a desigualdade e a exclusão socioeconômica devem aumentar significativamente se ela for aprovada", avaliou Galo

"A reforma da Previdência Social proposta por Michel Temer deve aumentar o índice de violência no Brasil à medida que agravará a exclusão e desigualdade social" avalia o deputado estadual Marcelino Galo (PT), que participou nesta quarta-feira das manifestações contra a proposta em Salvador; "Não tenho dúvidas de que essa reforma da previdência, como está colocada, além de penalizar a classe trabalhadora - ainda mais as mulheres, o homem do campo e os pescadores - contribuirá para o aumento da cultura da violência na sociedade, já que a desigualdade e a exclusão socioeconômica devem aumentar significativamente se ela for aprovada", avaliou Galo
"A reforma da Previdência Social proposta por Michel Temer deve aumentar o índice de violência no Brasil à medida que agravará a exclusão e desigualdade social" avalia o deputado estadual Marcelino Galo (PT), que participou nesta quarta-feira das manifestações contra a proposta em Salvador; "Não tenho dúvidas de que essa reforma da previdência, como está colocada, além de penalizar a classe trabalhadora - ainda mais as mulheres, o homem do campo e os pescadores - contribuirá para o aumento da cultura da violência na sociedade, já que a desigualdade e a exclusão socioeconômica devem aumentar significativamente se ela for aprovada", avaliou Galo (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - "A reforma da Previdência Social proposta por Michel Temer deve aumentar o índice de violência no Brasil à medida que agravará a exclusão e desigualdade social" avalia o deputado estadual Marcelino Galo (PT), que participou nesta quarta-feira (15) das manifestações contra a proposta no Campo Grande, em Salvador.

"Não tenho dúvidas de que essa reforma da previdência, como está colocada, além de penalizar a classe trabalhadora - ainda mais as mulheres, o homem do campo e os pescadores - contribuirá para o aumento da cultura da violência na sociedade, já que a desigualdade e a exclusão socioeconômica devem aumentar significativamente se ela for aprovada", avaliou Galo.

Para o parlamentar, a situação deve se agravar ainda mais nas cidades do interior, especialmente as do semiárido que convive com a seca.

"Veja que nas pequenas cidades do interior a aposentadoria do agricultor e da agricultora tem um papel preponderante no aquecimento da economia local, que gera emprego e postos de trabalho. Se para se aposentar eles tiverem que se enquadrar nessa regra, pode ter certeza que não vão conseguir o benefício, pelo simples fato de que quem trabalha no campo, na inchada, com o uso da força física e sob os impactos da mudança climática, com a seca, por exemplo, não tendo uma renda certa por mês, enfrentará dificuldades enormes para ter acesso ao beneficio".

O deputado sugere inverter a lógica, e cobrar dos mais ricos. "É necessário, por exemplo, a taxação das grandes fortunas, dos agrotóxicos, rever essa lógica de pagamento da taxa de juros da divida pública, combater a sonegação fiscal. É importante a sociedade se mobilizar para isso, porque a conta desse ajuste não pode ser colocado no colo da classe trabalhadora".

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