Reformas deixam 8 mil alunos sem aulas em AL

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia, oito mil jovens estão fora das salas de aula por causa das desastradas reformas nas escolas. "É por causa desses oito anos de descaso que estamos perdendo a juventude para as drogas e Alagoas só aparece nos índices negativos da educação", critica

De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia, oito mil jovens estão fora das salas de aula por causa das desastradas reformas nas escolas. "É por causa desses oito anos de descaso que estamos perdendo a juventude para as drogas e Alagoas só aparece nos índices negativos da educação", critica
De acordo com a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia, oito mil jovens estão fora das salas de aula por causa das desastradas reformas nas escolas. "É por causa desses oito anos de descaso que estamos perdendo a juventude para as drogas e Alagoas só aparece nos índices negativos da educação", critica (Foto: Voney Malta)
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Alagoas247 - Os oito anos da gestão "desastrosa" do governo Teotonio Vilela Filho na área de Educação já causam prejuízos para o Estado, como a formação de uma "geração perdida". A forte declaração foi dada ontem, à Gazeta, pela presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado de Alagoas (Sinteal), Maria Consuelo Correia.

"Especialistas apontam que as crianças adquirem 50% dos conhecimentos até os quatro anos de idade, 30% até os oito e os outros 20% no restante da vida escolar. Esse governo manteve, somente no ano passado, oito mil jovens fora das salas de aula, sem adquirir conhecimentos, por causa das desastradas reformas nas escolas. É por causa desses oito anos de descaso que estamos perdendo a juventude para as drogas e Alagoas só aparece nos índices negativos da educação", enfatizou a sindicalista.

E caso a categoria decida estender a paralisação que ocorre nacionalmente nos próximos dias 17, 18 e 19, convocada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) para cobrar o cumprimento de itens como a lei do piso e a destinação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação pública, os prejuízos para a continuidade do ano letivo na rede pública estadual podem se agravar.

É que os professores alagoanos se irritaram com a proposta do governo estadual de aumentar o piso em apenas 5,91%, segundo o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). "Se o governo não nos chamar para conversar a tendência é que façamos greve", disse.

Atualmente, de acordo co a Secretaria de Estado da Educação (SEE),a rede de ensino estadual conta com mais de 200 mil alunos em 320 escolas de educação básica, educação especial e educação profissional.  Muitas delas estão com o calendário atrasado e ainda não concluíram o ano eletivo de 2013

Com gazetaweb.com e Gazeta de Alagoas

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