Reintegração de posse acaba em confronto em São Paulo

Famílias da ocupação Terra Pelada, no Jardim Raposo Tavares, zona oeste da cidade de São Paulo, resistem hoje (25) à reintegração de posse executada pela Polícia Militar (PM); moradores fizeram barricadas, atearam fogo a pneus e tentaram queimar um ônibus;  segundo a PM, os manifestantes soltaram rojões a jogaram pedras nos militares da Tropa de Choque, que revidou com bombas de efeito moral

Famílias da ocupação Terra Pelada, no Jardim Raposo Tavares, zona oeste da cidade de São Paulo, resistem hoje (25) à reintegração de posse executada pela Polícia Militar (PM); moradores fizeram barricadas, atearam fogo a pneus e tentaram queimar um ônibus;  segundo a PM, os manifestantes soltaram rojões a jogaram pedras nos militares da Tropa de Choque, que revidou com bombas de efeito moral
Famílias da ocupação Terra Pelada, no Jardim Raposo Tavares, zona oeste da cidade de São Paulo, resistem hoje (25) à reintegração de posse executada pela Polícia Militar (PM); moradores fizeram barricadas, atearam fogo a pneus e tentaram queimar um ônibus;  segundo a PM, os manifestantes soltaram rojões a jogaram pedras nos militares da Tropa de Choque, que revidou com bombas de efeito moral (Foto: Paulo Emílio)

Fernanda Cruz, repórter da Agência Brasil - Famílias da ocupação Terra Pelada, no Jardim Raposo Tavares, zona oeste da cidade de São Paulo, resistem hoje (25) à reintegração de posse executada pela Polícia Militar (PM). Segundo a PM, os manifestantes soltaram rojões a jogaram pedras nos militares da Tropa de Choque, que revidou com bombas de efeito moral.

Os moradores protestam desde o início da madrugada. Eles fizeram barricadas, atearam fogo a pneus e tentaram queimar um ônibus. Às 9h30, a ordem de reintegração não havia sido cumprida. De acordo com a PM, o oficial de Justiça ainda não chegou ao local, na Rua José Porfírio de Souza.

A área pertence à prefeitura de São Paulo. Segundo decisão da Justiça, emitida pela 9ª Câmara de Direito Público, o local apresenta alto risco de deslizamento, por ser região de encostas.

Parecer da Defesa Civil avalia que as construções precárias na área aumentam os riscos de desabamentos e até mesmo de incêndio. "Há ainda muito lixo e entulho no local, bem como árvores queimadas e visível dano ambiental", diz a avaliação.

A Agência Brasil entrou em contato com a secretaria municipal de Habitação, mas ainda não obteve retorno.

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