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Rejeição de João da Costa chegaria perto dos 50%

Pesquisas internas encomendadas pelo PT nacional indicam que o prefeito do Recife teria uma rejeio em torno de 48%.

Rejeição de João da Costa chegaria perto dos 50% (Foto: Andréa Rêgo Barros/247)
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PE247- O final do ano tem acelerado, dentro dos partidos, em Pernambuco, o consumo de pesquisas sobre a intenção de voto e de aprovação das gestões municipais, visando às eleições do próximo ano. E os diferentes resultados dessas consultas já circulam com intensidade nos bastidores, sobretudo no que diz respeito à Prefeitura do Recife. Os números exatos desses levantamentos ainda não foram ainda revelados, mas já se comentam pontos que podem ser determinantes para a resolução do imbróglio em que se transformou a sucessão do prefeito João da Costa (PT). Um deles seria a rejeição do petista, que teria chegado próximo à marca dos 50%.

Oficialmente, ninguém comenta esse fato, contudo, é de conhecimento público que o PT nacional encomendou uma série de pesquisas qualitativas sobre a avaliação que a população do Recife faz da gestão municipal, no tocante a aprovação da imagem do prefeito João da Costa e sua rejeição. O resultado está mantido a sete chaves. “Eu não falo sobre pesquisa. Disso eu não falo”, garantiu, enfaticamente, o presidente regional do partido, deputado Pedro Eugênio.

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Contudo, dois outros petistas asseguraram, em reserva, que a rejeição do prefeito João da Costa já chegou aos 48% em um dos levantamentos realizados. Percentual que deixou o comando do partido assustado. Inicialmente, o PT queria deixar a discussão eleitoral para o próximo ano. No entanto, essa informação forçaria a legenda a antecipar uma posição. Recentemente, em entrevista à Rádio Folha, o deputado federal João Paulo – que integra a Comissão de Acompanhamento Eleitoral do PT – defendeu que a sigla resolvesse logo a questão do Recife, com a definição da candidatura da legenda à Prefeitura.

A posição externada por João Paulo ainda não encontrou eco no partido. Há quem defenda que o debate eleitoral interno só deva ocorrer no final de abril, principalmente, se ele indicar a substituição do atual prefeito. “Temos tempo e um problema difícil de resolver. A Prefeitura do Recife é estratégica, é importantíssima e o PT não arrisca perder. Vamos levar esse debate para o mais tarde possível. Se o prefeito não se recuperar, temos boas opções”, indicou, em reserva, um membro da executiva estadual do PT.

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