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‘Relatório do impeachment é frágil’, avalia deputado

Deputado Valmir Assunção (PT-BA) avalia que "é inconsistente" o relatório apresentado por Jovair Arantes (PTB-GO) a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff na comissão especial que avalia o processo na Câmara dos Deputados; "Ele mesmo declarou que a defesa feita pelo ministro Eduardo Cardozo pouco lhe importou. Isso demonstra que temos um relatório extremamente frágil, sem argumentos e que expõe a falta de crimes de forma escancarada e o desrespeito à democracia", diz Valmir

Valmir Assunção (Foto: Romulo Faro)
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Bahia 247 - O deputado federal Valmir Assunção (PT-BA) avalia que "é inconsistente" o relatório apresentado por Jovair Arantes (PTB-GO) a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff na comissão especial que avalia o processo na Câmara dos Deputados.

"Que Jovair relataria de forma a afirmar um golpe não é bem uma novidade. Ele mesmo declarou que a defesa feita pelo ministro Eduardo Cardozo pouco lhe importou. Isso demonstra que temos um relatório extremamente frágil, sem argumentos e que expõe a falta de crimes de forma escancarada e o desrespeito à democracia", diz Valmir.

O deputado diz ainda que se o impeachment está sendo discutido, "é justamente uma retaliação de Eduardo Cunha (presidente da Câmara) contra o PT". Ele afirmou que no dia 17 de abril, previsão da votação do processo no plenário da Câmara, essa questão política será superada.

"O importante é que vamos ganhar aqui no plenário. Vamos derrotar o relatório, porque achamos que é fundamental mantermos as regras estabelecidas pela política. A presidente Dilma teve 54 milhões de votos, é legitimamente eleita e tem mandato até 2018. Não podemos rasgar a Constituição".

Para o petista, com a vitória "o Brasil voltará à normalidade, que é Dilma continuar governando o país, gerando empregos, trabalho, desenvolvimento, e a oposição vai continuar cumprindo o seu papel".