Renan Filho critica criação de Ministério e diz que Temer nada fez pela Segurança

O governador Renan Filho (MDB) não poupou de críticas o seu companheiro de partido e desafeto político: o presidente mais rejeitado da história política do Brasil e o único investigado suspeito de recebimento de propinas no exercício do cargo, Michel Temer; “O governo Michel Temer, depois de nada ter feito até aqui, propõe a criação do Ministério da Segurança Pública, como se isso fosse a saída para os problemas da área”, disparou o governador durante o discurso de abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Alagoas, exercício de 2018

O governador Renan Filho (MDB) não poupou de críticas o seu companheiro de partido e desafeto político: o presidente mais rejeitado da história política do Brasil e o único investigado suspeito de recebimento de propinas no exercício do cargo, Michel Temer; “O governo Michel Temer, depois de nada ter feito até aqui, propõe a criação do Ministério da Segurança Pública, como se isso fosse a saída para os problemas da área”, disparou o governador durante o discurso de abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Alagoas, exercício de 2018
O governador Renan Filho (MDB) não poupou de críticas o seu companheiro de partido e desafeto político: o presidente mais rejeitado da história política do Brasil e o único investigado suspeito de recebimento de propinas no exercício do cargo, Michel Temer; “O governo Michel Temer, depois de nada ter feito até aqui, propõe a criação do Ministério da Segurança Pública, como se isso fosse a saída para os problemas da área”, disparou o governador durante o discurso de abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa de Alagoas, exercício de 2018 (Foto: Voney Malta)

Por Fátima Almeida/eassim.net - Definitivamente o governo Michel Temer caminha a passos largos – e na reta final – para se tornar o governo de maior rejeição da história do Brasil. E não há a menor cerimônia dos críticos, que estão em todas as correntes sociais e políticas, até mesmo abrigados na mesma cobertura partidária do Presidente – os chamados correligionários políticos.

Na tarde desta quinta-feira pós-carnavalesca, no discurso de abertura dos trabalhos da Assembléia Legislativa de Alagoas, exercício de 2018, o governador Renan Filho, do mesmo PMDB de Temer, tascou seu recado na tribuna da casa(tudo registrado nos anais) dando um tom bem crítico à ineficiência do correligionário-mor no trato de questões sociais como a segurança pública: “O governo Michel Temer, depois de nada ter feito até aqui, propõe a criação do Ministério da Segurança Pública, como se isso fosse a saída para os problemas da área”.

E no caldo do discurso empolgado (nem precisava tanto), mandou a sua receita (que jura que tem dado excelentes resultados) para enfrentar o problema, falando na necessidade de ocupação de áreas de risco com a presença do Estado; na criação de programas para as comunidades; e na equipagem e adoção de medidas estratégicas, como a criação dos Centros Integrados de Segurança Pública, descentralizando as ações e unindo as forças policiais.

Aproveitou para anunciar para este sábado a inauguração de mais um desses equipamentos no interior do Estado e surpreendeu, ao anunciar, após ter realizado concursos da Policia Militar e Corpo de Bombeiros no final de 2017, a realização de novos concursos para essas duas instituições, ainda neste ano de 2018.

Tá animado, o governador, que não esconde de ninguém sua pretensão de sair candidato à reeleição.

Quanto a Temer…

Ah, já ia esquecendo: A criação do Ministério Extraordinário da Segurança Pública já está definida e será feita por meio de Medida Provisória, cuja minuta, elaborada sob encomenda, ao ministro da Justiça, Torquato Jardim, já está nas mãos de Temer.

No começo, será um órgão com estrutura e verba vinculadas à Justiça, e abrigará toda a estrutura relacionada à segurança pública, com instituições como Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Força Nacional e Departamento Penitenciário Nacional sob sua responsabilidade.

Já se falam até em nomes para assumir a nova Pasta: estão cotadíssimos para o cargo o ex-governador de São Paulo Luiz Antônio Fleury e o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil, Gustavo Rocha.

Daí deve saí “a solução” para os problemas graves enfrentados na área de Segurança Pública nacional.

Tomara…

 

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