Réu, Aécio vira assunto mais comentado no Twitter mundial

Depois de virar réu por corrupção e obstrução judicial, o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ficou entre os temas mais comentados no Twitter mundial; "Só ele e a irmã dele acreditam em sua inocência", publicou o internauta Marco Moreira; o perfil @JornalismoWando comentou: "Aécio é peso morto no jogo político e tem zero influência eleitoral. O PSDB tava louco pra se livrar desse encosto"

Depois de virar réu por corrupção e obstrução judicial, o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ficou entre os temas mais comentados no Twitter mundial; "Só ele e a irmã dele acreditam em sua inocência", publicou o internauta Marco Moreira; o perfil @JornalismoWando comentou: "Aécio é peso morto no jogo político e tem zero influência eleitoral. O PSDB tava louco pra se livrar desse encosto"
Depois de virar réu por corrupção e obstrução judicial, o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ficou entre os temas mais comentados no Twitter mundial; "Só ele e a irmã dele acreditam em sua inocência", publicou o internauta Marco Moreira; o perfil @JornalismoWando comentou: "Aécio é peso morto no jogo político e tem zero influência eleitoral. O PSDB tava louco pra se livrar desse encosto" (Foto: Leonardo Lucena)
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Minas 247 - Depois de virar réu nesta terça-feira (17) por corrupção e obstrução judicial, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) virou um dos assuntos mais comentados do Twitter em nível mundial. 

Um perfil na rede social, de Marco Moreira, afirma: "Só ele e a irmã dele acreditam em sua inocência". "Aécio é peso morto no jogo político e tem zero influência eleitoral. O PSDB tava louco pra se livrar desse encosto", publicou @JornalismoWando.

Quem também se manifestou foi Luciana Genro, ex-presidenciável do Psol. "Até que enfim Aécio Neves será investigado! O Supremo aceitou a denúncia da PGR e agora o tucano é réu! Por quanto tempo mais seguirá sendo senador? #CassaçãoJá!".

De acordo com a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), apresentada há mais de 10 meses, Aécio pediu a Joesley Batista R$ 2 milhões em propina, em troca de sua atuação política, conforme conversa gravada pela Polícia Federal (PF). O senador foi acusado pelo então procurador-geral da República Rodrigo Janot.

A PGR informou que a obstrução judicial ocorreu de "diversas formas" como por meio de pressões sobre o governo e a Polícia Federal para escolher os delegados que conduziriam os inquéritos da Lava Jato.

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