Rincón: "Iris deixou rombo no Paço de R$ 300 milhões"
Presidente da Agetop voltou a criticar a passagem de Iris Rezende na prefeitura de Goiânia; em entrevista à Rádio Vinha FM, Jayme Rincón afirmou que Iris deixou um déficit de R$ 300 milhões na prefeitura de Goiânia, em 2010; "Iris deixou para o sucessor Paulo Garcia um rombo R$ 300 milhões nas contas da Prefeitura. A cidade está encardida e virou um amontoado de lixo. Goiânia está literalmente abandonada em função de ações tomadas na gestão de Iris Rezende. Paulo Garcia não tem culpa de tudo que está acontecendo em Goiânia, o Iris é o grande responsável"
Goiás247 - O presidente da Agetop, Jayme Rincón, afirma que Iris Rezende (PMDB) deixou um rombo de R$ 300 milhões quando deixou a prefeitura de Goiânia nas mãos de Paulo Garcia (PT), em 2010. A prefeitura vive crise financeira grave desde meados de 2013 e o ex-secretário de Finanças Cairo Peixoto revelou este ano que o Paço Municipal tinha um rombo de R$ 400 milhões e déficit mensal de R$ 40 milhões.
Iris disse recentemente que deixou em caixa R$ 200 milhões. Em entrevista à Rádio Vinha FM, nesta terça-feira, Rincón não poupou críticas ao peemedebista.
"As informações de Iris nunca devem ser levadas a sério. Ele disse que resolveria o problema do transporte coletivo de Goiânia em seis meses e saiu com o transporte pior do que ele encontrou. Ele disse que construiu 50 hospitais em Goiânia, nós não conseguimos identificar nenhum. Iris disse que tem um patrimônio de R$ 30 milhões e a revista IstoÉ apresentou um patrimônio de R$ 180 milhões. As informações de Iris não devem ser levadas a sério, o que efetivamente aconteceu é que ele deixou um rombo de R$ 300 milhões e que isso acabou caindo no colo do seu sucessor".
A bronca de Jayme Rincón com Iris Rezende aumento nos últimos dias. O tucano foi vítima de uma falsa gravação exibida no programa eleitoral de Iris. A Justiça Eleitoral determinou que o diálogo fosse retirado do ar. O PMDB informou que era Jayme Rincón quem conversava sobre compra de pesquisas. O ex-vereador Wladmir Garcêz, que é o outro interlocutor do diálogo, confirmou que não é Jayme Rincón.
"Iris está maculando a sua biografia e ele não merecia o final de carreira que está tendo, é melancólico. Iris não está respeitando a sua história. Ele poderia ter parado há mais tempo e hoje, por não ter proposta, ser desatualizado, retrógrado, ele só parte para o ataque rasteiro. São montagens grosseiras de fita, tentando incriminar as pessoas. O Iris se isolou exatamente em função disso. Ficou atrasado porque não acompanhou a evolução dos tempos e está aí agora nessa situação", disse Rincón.
As críticas do presidente da Agetop também foram em cima da campanha peemedebista. "Nós estamos numa campanha propositiva e de alto nível. Infelizmente não estamos vendo a mesma conduta do nosso adversário, que insiste em baixarias, ataques rasteiros grosseiros, montagens de fitas, acusações sem provas infundadas e até agora não apresentou nenhuma proposta concreta para o eleitorado de Goiás".