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Rui: ministro da Justiça vai garantir imparcialidade

O governador Rui Costa disse nesta quinta-feira que o novo ministro da Justiça, seu conterrâneo Wellington César Lima e Silva, "garantirá a legalidade e a justiça para o Brasil"; para Rui, a justiça brasileira precisa "estar acima das paixões políticas e partidárias"; "A democracia de pé precisa de dois pilares: eleições livres e a confiança do povo na justiça e na imparcialidade. Acho que é preciso garantir o funcionamento das instituições, garantir a serenidade, a apuração do que precisa ser apurado, passando a limpo o que precisa ser passado, mas sem partidarismo", disse o governador

O governador Rui Costa disse nesta quinta-feira que o novo ministro da Justiça, seu conterrâneo Wellington César Lima e Silva, "garantirá a legalidade e a justiça para o Brasil"; para Rui, a justiça brasileira precisa "estar acima das paixões políticas e partidárias"; "A democracia de pé precisa de dois pilares: eleições livres e a confiança do povo na justiça e na imparcialidade. Acho que é preciso garantir o funcionamento das instituições, garantir a serenidade, a apuração do que precisa ser apurado, passando a limpo o que precisa ser passado, mas sem partidarismo", disse o governador (Foto: Romulo Faro)

Bahia 247 - No evento de filiação de deputados estaduais ao PSL nesta quinta-feira (3), em Salvador, o governador Rui Costa disse que o novo ministro da Justiça, o baiano Wellington César Lima e Silva, "garantirá a legalidade e a justiça para o Brasil".

Para Rui, a justiça brasileira precisa "estar acima das paixões políticas e partidárias".

"A democracia de pé precisa de dois pilares: eleições livres e a confiança do povo na justiça e na imparcialidade. Eu acho que é preciso garantir o funcionamento das instituições, garantir a serenidade, a apuração do que precisa ser apurado, passando a limpo o que precisa ser passado, mas sem partidarismo", afirmou o governador.

Rui Costa disse ainda que o novo ministro "nunca teve filiação partidária", o que é verdade. "À medida que esta ou aquela instituição passa sinais de que é partidária, ela vai perdendo credibilidade", avalia o chefe do Executivo baiano.