Rui promete "desenvolver" região cacaueira
"A região cacaueira vai entrar num novo ciclo de desenvolvimento, planejado e com sustentabilidade, a partir dos importantes projetos que estão sendo implantados ali e também com as ações que constam do programa de governo participativo e que serão implementadas a partir de janeiro de 2015". Afirmação é do candidato do PT ao governo do Estado, Rui Costa; ele fez carreata nos municípios Almadina, Coaraci, Itajuípe, Barro Preto e Itapé
Bahia 247 - "A região cacaueira vai entrar num novo ciclo de desenvolvimento, planejado e com sustentabilidade, a partir dos importantes projetos que estão sendo implantados ali e também com as ações que constam do programa de governo participativo e que serão implementadas a partir de janeiro de 2015". Afirmação é do candidato do PT ao governo do Estado, Rui Costa. Ele fez carreata ontem (22) nos municípios Almadina, Coaraci, Itajuípe, Barro Preto e Itapé e finalizou programação do dia com um comício em Ibicaraí.
Rui disse à população que pretende governar, se for eleito, "em estreita parceria com os municípios". Ele falou dos "benefícios" que os governos de Jaques Wagner e da presidente Dilma Rousseff já levaram à região, como "asfaltamento e recuperação de várias rodovias", implantação da Universidade Federal do Sul da Bahia, o Luz Para Todos e o Água Para Todos.
Segundo o petista, "o impulso ainda maior virá dentro de pouco tempo" com obras como o Porto Sul, a conclusão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) e o novo aeroporto Internacional de Ilhéus, "equipamentos que irão atrair novos investimentos e alavancar o desenvolvimento econômico e social" de todos os municípios.
"Trouxemos o Luz para todos, expandimos a telefonia móvel, fizemos a ligação de Itabuna a Ibicaraí e vamos trabalhar para fazer muito mais", afirmou disse o atual vice-governador e candidato a senador, Otto Alencar (PSD). Ele acrescentou que, se eleito, vai "trazer mais recursos para a região cacaueira" e que "é preciso constituir um fundo de reparação de perdas para atender aos produtores que tem dificuldades de renegociar as dívidas".
